Mete a Colher - Clique e veja essa Metida de Colher

    Os meus pais atrapalham o meu namoro, não sei mais o que fazer.

    07.01.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    prisão
    Boa tarde Mete a Colher,

    Meu nome é M e nos últimos dias estou viciada no seu site, adoro ler sobre possíveis problemas que podem surgir no meu relacionamento e as possíveis soluções também. Mas não encontrei nada específico sobre o principal problema no meu namoro: MEUS PAIS. E também não consegui perguntar pelo site então procurei sua página do facebook e achei esse e-mail. Espero não estar incomodando.

    Bom, tenho 18 anos e meu namorado 20, namoramos tem 1 ano. Ele trabalha e vai começar a estudar e eu faço faculdade e já estou procurando emprego. Começamos a namorar no nosso primeiro encontro, já conversávamos a muito tempo e ele sempre foi um príncipe e sempre deixou bem claro as boas intenções que tinha comigo.Ele é aquele romântico a moda antiga, que manda flores, é atencioso, carinhoso, presente, faz de tudo por mim, me mima e tudo, sou mais do que feliz com ele e não vejo outra pessoa ao meu lado, sou completamente apaixonada por ele. 

    Então o conto de fadas começou, não durou muito e meus pais já meteram mais que a colher. As regras eram exageradas, como eu não poder nunca ir na casa dele e nunca podemos ir assistir um filme se quer. Como era só começo de namoro e por eu ser filha única pensei que era só fase, pedi paciência pra ele e prometi que as coisas iriam mudar. Mas se passaram um ano já e continua na mesma coisa, regras exageradas. Nunca temos privacidade e qualquer coisa que eu faço eles reclamam, conheço quase nada da família dele porque não posso sair com ele e COM OS PAIS DELE! Está sufocando muito nós dois!

    Já tive mil conversas aqui em casa com relação a isso, minha mãe é mais compreensiva, ela promete mudar e ajudar nós dois. O problema mesmo é meu pai, ele não me escuta, diz que,se quer namorar a filha dele vai ser assim, que existe regras dentro de casa e sempre vai existir e não alivia a barra hora nenhuma. 

    Por nunca ter avanço nenhum já terminei meu namoro muitas vezes. Meu namorado diz para mim impor, virar mulher, crescer, pegar e sair. Mas não acho que seja o correto, fui criada dentro do evangelho e acho que honrar pai e mãe seja muito importante. Mas acho que eu exagero também, não consigo contrariar uma ordem mesmo que ela me deixe infeliz e faça com que meu namoro acabe. Tenho medo de agir dessa maneira e as coisas piorarem, sinto que meu pai não gosta dele e já vi ele falando mal do meu namorado muitas vezes. Quando vou pedir para sair meu pai diz “é esse menino de novo te chamando pra sair né, manda ele arrumar um serviço”. Conclusão, eu não saio e meu namorado fica brigado comigo, afinal ninguém merece namorar a um ano nessas condições.

    Estou começando a me arrepender de respeitar as ordens deles porque quando fico triste e  rompo meu namoro com ele ninguém aqui em casa parece se importar ou mesmo perceber. Não quero magoar meus pais mas também não quero perder  o homem que amo e viver infeliz.

    Alguma dica ou comentário? Seria de muita ajuda pois estou mesmo desesperada e meu namoro já está por um fio.

    Obrigada pela atenção e mais uma vez desculpem pelo incomodo.

    Beijões.

    Olá querida leitora,

    Simples, corte o cordão umbilical!

    Muitas vezes os pais agem assim com os filhos, mas alguns filhos não querem sair nunca da posição de criança, todos querem liberdade para fazer o que quiser e de preferência não dar satisfação a ninguém, mas não assumem responsabilidade alguma perante a vida. Ninguém quer o ônus da liberdade, só querem a parte boa. Será que é esse o seu caso?

    A fase de transição da adolescência para a vida adulta é complicada, em especial em uma família religiosa, os pais tem muita dificuldade em reconhecer que as crianças cresceram e já podem andar com os próprios pés, cabe a você mostrar maturidade aos seus pais através da sua postura e não deixar que o medo de desrespeitá-los a domine. Você já tem 18 anos, que poder é esse que o seu pai exerce sobre você?

    Neste contexto uma opção é buscar independência financeira o quanto antes e sair de baixo das asas dos pais. Esse perfil de pai mandão normalmente não muda e trata o filho como um bebê incapaz a vida toda, cabe a você decidir o que quer, quais são as suas prioridades na vida e se está disposta a pagar o preço pela sua liberdade.

    A nossa cultura é muito paternalista composta, na marioria das vezes, por famílias simbióticas onde todo mundo se odeia, mas ninguém quer perder a segurança da casa do papai. Em outras culturas, o filho sai de casa para fazer faculdade e não volta nunca mais. Pense um pouco fora da caixinha e veja se essa opção não seria uma solução para você. Quer liberdade? Então seja adulta e responsável o suficiente para segurar a onda, não adianta ficar na teta da mamãe tendo as calcinhas lavadas por ela e reclamando que não tem espaço para viver como quer.

    Sempre questiono os leitores nesta situação sobre  o quanto o relacionamento em questão vale a pena, será que vale a pena brigar com os pais por causa de um namorado? Se valer vá até o fim e lute por isso, mas não se engane, você é muito jovem e não precisa ter pressa para se envolver com alguém, afastando-se da sua família. Por que será que o seu pai não gosta deste rapaz? Será que não tem algo aí que você não nos contou ou algo que você ainda não conseguiu ver. Coloque a fantasia de príncipe encantado de lado e veja se não está deixando de ver o seu namorado como ele realmente é, normalmente todo mundo ao redor vê que você está em uma roubada, menos você, fique muito atenta a esse ponto. Antes de tomar qualquer decisão, tenha certeza absoluta que esse relacionamento entre vocês é sério de verdade, ainda que você tenha essa certeza sempre coloque em primeiro lugar a sua família, namoro acaba, mas família, por pior que seja, é pra sempre.

    Boa sorte e seja feliz!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Descobri que meu namorado tem relações virtuais com transexuais.

    06.01.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    transexual

    Oi Isis, conheci o blog por acaso e amei. Bom eu tenho 19 anos conheço meu namorado que tem 26 faz 8 a gente namora a 4 e faz 6 meses que fomos morar juntos. Tava tudo indo bem mil maravilhas, arrumei um emprego tudo dando certo até que eu percebi de duas semana que estávamos juntos ele não me procurava pra fazer sexo, dizia que não estava com vontade porque ele andava estressado. Pois bem, deu 1 mês e a coisa piorou, dormimos no quarto e o computador fica aqui, acordei de madrugada e ele estava tocando punheta, no outro dia se repetiu, meses e meses nisso. Fui falar com ele e ele não conseguia dizer nada até que ele falou que não sente vontade de transar só de tocar uma relaxa… Eu tentei de tudo pra fazer ele sentir vontade, mas ele transava com muita falta de vontade quase nunca gozava. Eu parei de pedir pra transar e tirei o computador do quarto, ele ficava a maior parte do tempo no computador, e a noite ficava até as 5h da manhã no quartinho onde estava o pc. Um dia eu acordei cedo no domingo, fui jogar um jogo no computador pois nós adoramos, então eu vejo que ele deixou aberto lá escancarado um facebook fake, chorei horrores e fui ver o que ele anda fazendo, todas as conversas nojentas dele com TRANSEXUAL ali eu vi que já não era culpa minha a gente não transar. Foi doloroso meus amigos e até gays mandaram eu largar dele pois sou nova, bonita e não merecia isso mais eu perdoei ele, deletamos tudo aquilo. Não existia consideração da parte dele! Trouxemos o computador para o quarto, eu não me importo dele bater uma, sabe? Eu só queria que fosse normal e ele batesse quando eu não tivesse em casa ou no banho como qualquer um por ai. Ele tinha vídeos e fotos de trans no celular me sentia com nojo dele por muito tempo mais perdoei tudo aquilo por que eu o amo e achei que ele mudaria, hoje ele continua a mesma coisa não transamos e ele bate punheta toda noite bebendo até 6h da manhã. Eu não sei o que acontece, eu amo ele eu perdoo mais realmente estou exausta disso tudo. Me ajuda!

    Querida leitora,

    Infelizmente o que você vive hoje não é mais uma relação, seu parceiro já fez a escolha dele e você está hesitando demais para fazer a sua. Você não precisa continuar nesta posição!

    Ele fez tudo isso e não houve uma conversa franca e decisiva entre vocês? Você simplesmente deletou, perdoou tudo e seguiu a vida achando que estava tudo resolvido? E você ainda precisa do aval dos seus amigos para terminar esse relacionamento?

    Não espere uma mudança da parte dele, orientação sexual não muda assim, ele sendo bissexual ou homossexual, alimentar a esperança de que isso tudo pode ter um final favorável para você é correr o risco de sofrer mais uma decepção, preserve-se e encare a realidade como ela é. O mais incrível é ele ter conseguido esconder isso tudo durante 8 anos, ou será que você não quis ver quem ele realmente é?

    Sabemos que aqui a maior questão nem é orientação sexual e sim a falta de respeito dele com você.

    Permitir-se passar por uma situação destas e aceitar este papel tão passivamente por amor? Em primeiro lugar, você não pode dar o que você não tem, se você se dispõe a ser desrespeitada assim, é porque ainda não aprendeu a se amar, então como você pode amar alguém?

    Se você não definir essa situação, os problemas vão se repetir, pois seu namorado já sabe que você perdoa tudo, sendo assim, que consideração ele terá por você depois de tudo isso?

    Ninguém vai morar junto esperando que as coisas deem errado, mas já que isso aconteceu, qual é o seu plano B e o que você está planejando fazer para resolver essa situação?

    Depois que resolver tudo isso, tire um tempo para ficar com você, não vá correndo se envolver com outra pessoa por carência. Se você não buscar crescimento pessoal e amor próprio, vai continuar atraindo parceiros como o seu atual namorado e viverá a vida se contentando com menos.

    Percebo nitidamente em alguns e-mails que recebo, como as pessoas estão perdidas e colocam o “amor” e as relações como prioridade na vida. Com 19 anos de idade você deveria estar preocupada com seu crescimento profissional, se dando a oportunidade de viver experiências mais ricas e aprendendo coisas novas. Mude o foco! Por que se amarrar a alguém tão cedo? Claro que muitas histórias dão certo, mas é preciso ter uma pouco mais de discernimento e maturidade e saber o momento exato de sair de cena. Será que não é esse o seu momento?

    Reconheça que você pode ter uma relação completa e de qualidade, reconheça-se como merecedora de tudo isso e não aceite menos só para ter alguém ao lado.

    Boa sorte!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

     

    Casei sem transar e descobri que meu marido é ruim de cama. O que fazer?

    05.01.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
    imagem Shutterstockcasal ruim de cama

    Olá! Td bem?

    Eu amo os seus vídeos são muito engraçados e além de tirar dúvidas é claro.

    Bom…..

    Sou casada não faz nem 1 ano, mantive relação com o meu marido só depois do casamento. Meu marido  perdeu a virgindade bem antes do casamento. Bem no comecinho do casamento o ritmo de sexo eu achava pouco ,p/q dizem q nas primeiras semanas é praticamente todo dia, e comigo não foi assim, mas agora ele voltou no ritmo, mas  infelizmente  ele é  ruim de cama, ele sabe que ele é….mas mesmo ele tentando melhorar….é ruim. Ele só fez sexo oral em mim por vontade própria no dia de núpcias, eu gosto e não me importo de fazer, mas ele diz que tem nojo, tanto ele fazendo em mim, quanto eu fazendo nele e eu sou super higiênica, me depilo, higiene por minha parte não é o problema….Estou muito insatisfeita na parte de sexo com ele.

    Eu já conversei diversas vezes, e, não dá certo e fico frustrada.

    Por favor me ajuda! 

    Bjokas!

    Querida leitora, como dormir com esse barulho?

    Por isso é tão importante o autoconhecimento, se não temos clareza do que queremos e buscamos, infelizmente caímos neste tipo de situação.

    Não ficou claro porque vocês só tiveram relações sexuais após o casamento, seja qual for o motivo, entendo que existem várias questões religiosas que respeito, embora esse seja um campo comprovadamente minado na relação entre casais. Desde que os dois sejam virgens e que os dois tenham o mesmo objetivo de vida e convicção, essa pode ser uma escolha, o que não faz sentido algum é quando um dos dois não é mais virgem e ainda assim não tem sexo antes do casamento e daí começam os problemas. Não vou ficar questionando ou te condenando por ter deixado isso acontecer, mas que sua experiência sirva de exemplo para outras pessoas, sexo é uma parte muito importante do casamento e correr o risco de casar sem saber como será a química entre o casal na cama é um risco muito grande. Nos dias de hoje, optar pela castidade antes do casamento requer muita maturidade e firmeza, é preciso ter estrutura para assumir as possíveis consequências.
    A questão agora é, como descascar esse abacaxi? Vocês precisam de orientação profissional para casais, procure clínicas sociais que atendem gratuitamente na sua cidade, não tem como nortear uma situação destas sem ajuda. Você disse que conversar não está adiantando, então o jeito, se você quer tentar manter seu casamento, é mudar a tática.

    Sobre a questão do sexo oral, infelizmente ou a pessoa gosta ou não gosta, ele pelo visto não gosta e talvez você tenha que lidar com isso para manter seu casamento. Quanto a diferença no apetite sexual de vocês a resposta é a mesma, lide com isso da melhor maneira. Você vai ter que pesar todos os prós e os contras da relação de vocês e decidir se vale a pena ter uma vida sexual “medíocre”. Se o casamento vai bem em outros aspectos e vocês se dão  muito bem em todo o resto, você precisa se conhecer e entender se vai conseguir lidar com a questão sexual em nome dos prós. Isso é muito pessoal, depende dos valores de cada um e só você pode tomar essa decisão.

    Se todas as áreas do seu casamento forem uma porcaria e vocês não se entendem em mais nada, vale pensar se insistir nesta relação é a melhor saída, a decisão é sua.

    A partir de agora, não seja tão omissa com você mesma, busque autoconhecimento, busque se relacionar com você mesma com mais cuidado e amor, para não repetir experiências tão desagradáveis como essa. Reavalie sua vida e veja onde mais está sendo tão omissa com você mesma.

    Boa sorte!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Meu namorado é nômade.

    04.01.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    nomade

    Oii Isis. Tudo bem?

    Gosto muito do blog e já leio as historias a um tempo. Sempre gostei da sua forma de lidar com as situações e achei que era hora de escrever a minha. 
    Bom, vamos lá. Eu tenho 24 anos e namoro com um cara de 29 a 4 anos e meio. Nos conhecemos em SP, aonde ele trabalhava temporariamente (ele é mineiro e eu de SP). Temos um relacionamento ótimo, somos super amigos e parceiros. Ele me satisfaz de todas as formas e eu sou completamente apaixonada por ele. 
    Ele morou um tempo em SP e segurou um pouco as pontas por lá por minha causa, mas ele sempre odiou aquela cidade e conseguiu uma transferência para trabalhar de Belo Horizonte. Como eu tbm não gostava de SP e já queria sair da casa dos meus pais, fiz um esforço para ter uma oportunidade em BH e assim juntando o útil ao agradável para ficarmos próximos. 
    O problema é q ele é um viajante. No nosso primeiro mês de namoro ele passou uma semana na Suíça a trabalho. Numa época q eu estava desempregada e passando por uma fase difícil ele passou 2 meses em Singapura. Enfim, ele é assim e sempre foi e eu não me sinto no direito de mudar isso, mas as vezes sinto que nos momentos que eu mais preciso, ele “foge”.  Eu já vi q viajar o faz feliz demais e se ele não o fizer pelo menos duas vezes ao ano ele entra em depressão. Só que eu não sei se estou preparada para lidar com esse tipo de coisa no futuro. Hoje mesmo enquanto te escrevo ele está no Japão, e eu sozinha com a minha vida longe dos amigos e da família em BH. 
    Estamos já a um tempo considerável juntos e ele sempre fala que vê em mim uma pessoa para o resto da vida, porém não fazemos muitos planos a não ser de viagens. Já viajamos algumas vezes juntos, e tive experiencias que nunca tive antes na vida. Sempre foi maravilhoso. Mas eu sinto que sou mais pé no chão. Gosto de pensar no que será da nossa vida daqui pra frente e ele só está pensando qual será o próximo destino. Me entristece um pouco saber que essa é uma batalha que não vou ganhar, e nem sempre consigo ir com ele, pois nem sempre nossos orçamentos permitem. Mas não sei o que fazer para diminuir essa minha “dependência” dele vivendo aqui em BH, e não sei se devo coloca-lo na parede e faze-lo ver que as decisões q ele toma influenciam as pessoas ao seu redor (especialmente eu). 
    Será q eu devo tocar o foda-se e deixar ele viver a vida dele ou expor o q eu sinto, mesmo sabendo que pode não mudar muita coisa?Obrigada querida!! Beijão e sucesso!! 

    Olá querida leitora, agradeço o carinho! Feliz 2016!

    Realmente é hora de parar e avaliar esse relacionamento. Se vocês têm estilos de vida tão diferentes e você sabe que ele não vai mudar, por que sofrer assim? Por que levar tudo isso tão a sério?

    Você precisa decidir se vai pagar o preço e continuar com ele, ou se vai seguir com sua vida e encontrar alguém com os mesmos objetivos que você. Ninguém é culpado nesta situação, vocês simplesmente tem diferenças que podem interferir no futuro do relacionamento. Imagine você casada com alguém que não cria raizes e você esperando isso da pessoa? Imagine ele casado e preso a uma vida e a um lugar só? Você acha que isso daria certo?

    Mudá-lo você já sabe que é quase impossível, pois ele é assim ou pelo menos está com esse comportamento muito arraigado neste momento da vida. Você mudar para se adequar ao estilo dele seria agredir demais a sua vontade e não seria garantia de sucesso no relacionamento de vocês.

    Você pode expor o que está sentindo, mas não crie grandes expectativas para algo que não depende só de você. Se tudo isso está te deixando angustiada, não faça deste relacionamento uma prioridade na sua vida, olhe ao redor e não deixe de viver por isso.

    Será que em uma situação assim a melhor alternativa não seria desapegar, tocar a vida e ver o que o destino está reservando? Tire o peso desta situação, tire o drama, mude o foco e permita-se viver novas experiências.

    Boa sorte!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

     

    Tá acabando! Quem não aguenta mais 2015? Desabafos, agradecimentos e novidades para 2016.

    31.12.15 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta

    2016

    Estamos fechando um ciclo, o ano de 2015 foi pesado, passou se arrastando para muitas pessoas e como uma visita indesejada, muitos estão colocando a vassoura atrás da porta para ver se ele vai embora logo. Eu pessoalmente não aguento mais, embora tenha muito o que agradecer, chega né?!

    Foram tantas experiências, tantas histórias, muitas repetitivas e com as mesmas dúvidas e conflitos, outras extremamente tristes e tive vontade de ter a pessoa aqui perto de mim para colocar no meu colo ou no mínimo chorar junto. Por outro lado, tive momentos de extrema irritação com tanto mimimi de gente que ainda não teve problema na vida e quer desperdiçar o tempo dos outros com perguntas que já foram respondidas mil vezes no blog. Por favor, me poupem disto em 2016!

    Muitos questionam porque não respondo os haters a altura, não respondo porque eles mostram na própria fala a que vieram e quem realmente são, responder o que se a própria pessoa já se odeia e encontra no comentário destrutivo, talvez, a única válvula de escape para tanta raiva da vida? Isso que é vidinha mais ou menos, julgar , rotular, ofender e normalmente sem a mínima capacidade de interpretar um texto ou entender uma ironia?! Responder pra que? Eles já se bastam com a própria infelicidade.

    A parte boa foi as raras criticas construtivas, insights geniais que me ajudaram a raciocinar melhor e trouxeram aprendizado para minha própria vida. Sim, eu tenho uma vida, tenho dor de barriga, tenho conflitos, também já sofri por amor, amo, quebro a cara, peço conselhos, peço desculpas e às vezes uso os conselhos que dou para os outros para ajudar nos meus próprios conflitos.

    Se uma coisa encheu meu coração esse ano foi a força que a Neguinha e o Hell me deram para fazer esse trabalho, a confiança que depositaram em mim abrindo esse espaço, a simplicidade de coração que os dois tem, que eu adoro e tenho certeza que vocês também. Obrigada Neguinha e Hell! Amo vocês!

    Quero dizer também, que me emociono com todos os e-mails de agradecimento das pessoas que, em uma atitude de reconhecimento que muitos não tem, voltam para me contar o desfecho da história e do quanto meus conselhos foram úteis. Sou grata, no fundo eu sou a maior beneficiada, pois as bênçãos voltam multiplicadas para minha vida das formas mais inusitadas.

    Pensei em mil coisas para escrever, pensei em fazer uma lista do que não fazer em 2016, mas no fim decidi apenas me mostrar um pouco mais para vocês (os que merecem) embora, isso não seja permitido a um aspirante a Psicanalista, mas vocês já viram que ortodoxia não é o meu forte. 

    Se for para deixar uma mensagem, então que seja, não se contaminem pela maldade alheia, pelos maus rumores, pelo ódio disseminado e pela negatividade do inconsciente coletivo que insiste em nos influenciar e nos derrubar. As respostas e soluções estão nas nossas mãos, não existe esse fatalismo e todas essas desgraças que querem enfiar na nossa garganta abaixo se decidirmos que isso não tem poder,  pois o poder está em cada um de nós. Sei que vão me dizer que sou otimista demais, mas me expliquem como em plena crise tem gente enriquecendo honestamente, me expliquem como desenganados pelos médicos não morrem e como paralíticos condenados voltam a andar? Vocês não acham que tem um poder a mais pairando no universo e que não estamos prestando atenção nisto?

    Nem vou chover no molhado e falar novamente sobre amor próprio, autoconhecimento e valorização, mas vou sugerir uma meta, limpar todo esse lixo virtual, energético e físico das nossas vidas. Sinto uma necessidade enorme neste momento de limpar minha casa, minha mente e também alguns contatos da minha agenda, aliás quero também limpar minha agenda de compromissos, simplesmente não aceitando certos convites e gastando mais tempo comigo mesma e com aqueles que eu amo. Estou saindo de alguns grupos inúteis de whats app e deletando algumas pessoas nas redes sociais, sinto essa necessidade de reciclar tudo e começar o ano com o mínimo de bagagem possível, pois meu maior desejo é que o novo venha e que tenha espaço na minha vida para mais paz, prosperidade e amor de verdade, não esse amor de gente vazia que só sabe olhar para o smartphone e parece não lembrar mais o que é calor humano, eu me recuso a viver assim.

    Ano que vem, eu a Neguinha planejamos levar o nosso dom de aconselhar para um outro nível, acho que já estamos prontas para beneficiar ainda mais pessoas, de uma forma mais efetiva. Fiquem ligados nas novidades, em breve contaremos tudo.

    Feliz ano novo, com menos promessas e mais atitude, com menos mimimi e mais hahaha de alegria, com menos ódio gratuito e mais tolerância e amor.

    Boa sorte para nós!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Meu pai é gay, minha mãe só quebra a cara no amor. Será que vou ter esse destino na minha vida afetiva?

    30.12.15 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    infeliz no amor

    Oi Isis, prefiro me identificar por “Rose” tenho 23 anos, adoro você , a Neguinha o Morê. Bom vamos lá meu pai é uma excelente pessoa mas sempre desprezou minha mãe, até que depois de 20 anos eles se separaram, na separação minha mãe resolveu aproveitar a vida e quebrou a cara várias vezes, já meu pai nunca ficou com mais ninguém,  de uns tempos pra cá descobri que ele é  gay não assumido, pelo menos é o que minha mãe deixou soltar e o buchicho por parte dos meu tios, fiquei depressiva por toda essa situação, mas perdoei eles e hoje vejo que eles  estavam confusos, nunca comentei nada com meu pai sobre  minha desconfiança. Mas não tenho sorte nenhuma no amor só tive um namorado que todo mundo falava que tinha jeito de  gay (mas não era porque gostava transar e muitas ex-namoradas) hoje vi um vídeo de psicologia onde diz que a mulher escolhe o parceiro se espelhando no pai, aí percebi que tenho muitos  amigos gays e já gostei de alguns, odeio machismo, gosto de assuntos de nerd e computação e gosto de caras mais intelectuais, já minha irmã (as pessoas dizem que somos idênticas só que ela é popozuda kk) é mais velha e vive rodeada de pretendentes, mas ao contrário de mim curte estilo machão, aí eu fico pensando será que eu não tenho um modelo correto de homem para escolher, posso ter criado uma personalidade de inferioridade da minha mãe e atrair homens errados por conta do meu pai, enfim você acha que isso possa ter alguma relação? Tenho como mudar ? Estou te mandando esse e-mail porque adoro suas respostas e sei que se você me responder vai ser bem sincera, bjuss Isis, e brigada!

    Querida Rose, obrigada pelo carinho e confiança!

    Uma coisa é certa, nossa relação com pai e mãe vai nortear nossas escolhas, relacionamentos e padrões de comportamento, isso é muito forte na vida de qualquer ser humano, mas não significa que você precisa viver eternamente embaixo deste jugo, existem várias formas de mudar esse padrão e ter uma vida amorosa feliz e o primeiro passo e mais importante você já deu, que é a conscientização do problema, infelizmente muitas pessoas não tem acesso a essa informação ou olham essa teoria de forma cética, mas você já está vários passos a frente.

    Você pode estar repetindo o comportamento da sua mãe nas falências na vida afetiva, pode estar buscando um homem com o perfil do seu pai sim, mas não supervalorize essa situação, lembre-se que você tem nas mãos o poder para mudar qualquer coisa na sua vida. Veja que sua irmã é “idêntica” a você e elaborou toda essa situação de uma forma diferente. Não que você tenha que ser como ela, não tem nada errado em gostar de caras nerds com um perfil mais intelectual, apenas tente identificar se as relações que você inicia estão seguindo os moldes das relações dos seus pais, uma vez identificado o problema, ou você cai fora antes de sofrer, ou toma atitudes em seu favor, se amando mais e trabalhando seus conflitos internos e isso você vai fazer melhor com ajuda de um psicanalista ou psicólogo. Já que você tem toda essa clareza dos seus padrões de comportamento, busque logo um profissional para te auxiliar.

    Enquanto procura ajuda profissional, faça uma lista com todas as suas crenças erradas no que diz respeito a vida afetiva e aí ao lado escreva o contrário do que sua crença diz e exemplos de como as coisas podem ser diferentes. Veja o exemplo:

    1. Acredito que homem de verdade precisa ser másculo – Existem outras forças como a intelectual e do caráter
    2. Minha mãe quebrou a cara na vida eu vou quebrar também – Posso ter um destino diferente e fazer melhores escolhas
    3. Meu pai é gay e como ele é meu modelo todos os homens que vão se aproximar serão gays – Sou livre, desfaço todo vínculo com meu pai e posso escolher os meus parceiros e relacionamentos
    4. Se eu não for “popozuda” não consigo atrair homens – Todos os padrões de beleza são atraentes, mas é o brilho do meu amor próprio que me tornará um imã  para os melhores parceiros

     

    Esse exercício não é nada Freudiano, mas vai te ajudar a trazer o real para sua vida e vai te ajudar a iniciar uma mudança nas suas crenças, são elas que norteiam o seu destino, te abrem portas e podem ter fazer fracassar se não forem fora da realidade. Faça esse exercício todo dia, não precisa escrever, pode ser mentalmente! Toda vez que um pensamento limitador vier a sua mente, substitua-o automaticamente por algo positivo e contrário.

    Quando tiver craque neste exercício, comece a estender essas mudanças as atitudes, não fique apenas no campo das ideias faça algo prático. Mude as crenças, quebre paradigmas, faça pequenas mudanças na vida, mude o caminho para o trabalho, mude o corte de cabelo, comece nas pequenas coisas depois vá para as maiores e mais importantes e construa uma nova história onde você é a protagonista.

    Essa lista é ótima para fazer no início do ano e vale para vários setores da vida, profissão, saúde, por exemplo.

    Boa sorte e feliz ano novo!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Me envolvi com um colega de trabalho casado… e agora?!

    29.12.15 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta
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    Oie, sempre acompanhei o blog de vocês e adoro a forma como abordam esses assuntos. Hoje chegou a minha vez de pedir uma ajuda. Na verdade acho que já sei a resposta para o meu problema, mas preciso tanto dividir isso com alguém.

    Há cerca de 2 meses conheci um cara casado que trabalha comigo porém em outra cidade. Eu também tenho um relacionamento sério, temos 30 anos. Surgiu uma atração desde que nos conhecemos, mas não rolou nada físico. Por dois meses conversamos diariamente por mensagens, já que ele mora cerca de 5 horas da minha cidade. Nos tornamos muitos íntimos, descobrimos historias, gostos e desejos muito parecidos. Chegamos a conclusão que é puramente atração, já que não estamos usando deste fato para mascarar problemas nos nossos relacionamentos. Simplesmente aconteceu. Então, há uma semana, surgiu uma oportunidade de passarmos 3 dias juntos em um treinamento da empresa. Foi mágico, temos uma química muito boa. Saímos no primeiro dia com o pessoal da empresa e à noite ele foi para meu quarto. No segundo dia não saímos pois acabamos dando na cara, e achamos melhor não arriscar. No terceiro dia acabamos brigando, e eu decidi que nunca mais ia conversar com ele, até porque na verdade já tinha colocado na minha cabeça que depois do primeiro encontro físico estaria tudo acabado, voltaríamos às nossas vidas normal. 

    Na semana seguinte ele me mandou mensagem dizendo que ficou preocupado comigo pois não podia falar comigo no final de semana, e que não via a hora de conversarmos. Eu disse que não queria mais contato, e ele disse que essa era uma decisão minha, que estava nas minhas mãos, mas que por ele manteríamos contato sempre. Eu disse então que tenho medo, pois não sei como faria quando isso já não fosse mais suficiente. A questão é que não há possibilidade de nos encontramos por um bom tempo. Ele me faz um bem danado, mas esta relação virtual vai até quando? Sei que mexi muito com ele também, afinal senão depois que saímos, ele não me procuraria, e é sempre ele quem procura… Conversamos todo dia, pela manha, a tarde, e a noite. Nem sempre é só sexo virtual, ele gosta de desabafar sobre o serviço, gosta de conversar amenidades… Eu não diria que estou apaixonada, mas tenho estado mto dependente desta relação. Não sei o que fazer… 

    Ahhh colega! Abre esses olhos, heim! Vou te contar... nem parece que tem 30 anos! É por isso que sempre digo, "toda paixão é evitável, basta que você não dê abertura para que ocorram situações tentadoras!"

    Sempre tive esse pensamento comigo, só me apaixono se eu me permitir que isso ocorra... e acho que foi justamente aí onde você errou. Por que diabos você permitiu que isso acontecesse com você?! Será que o seu relacionamento está mesmo "de boa"? Pode até parecer que sim, mas acho que a fonte do seu problema vai muito além do que você imagina! Já parou para analisar friamente o caso... pode ser que você nem ame verdadeiramente seu namorado, pense nisso!

    Não queria nem entrar na questão do cara ser casado, pois esse é um problema dele... mas você não deveria ter se submetido a isso. Se valorize e não aceite ser "mais uma" na vida de alguém! Todas nós [homens também, claro] merecemos ter um amor verdadeiro e sermos respeitadas em todos aspectos.

    Agora que já é tarde e a cagada já aconteceu... te aconselho a seguir nesse ano novo, com uma vida nova... se dedique a você e somente após ter a consciencia de seu verdadeiro valor, se permita apaixonar por outro alguém bem resolvido.

    Muito obrigada pelos elogios e um maravilhoso Ano Novo!!!

    Como conquistá-lo? Faço todas as vontades dele e nem assim ele assume o relacionamento.

    23.12.15 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    conquistar o boy

    Oi Ísis e leitores, sou a “flor” tenho 19 anos e estou enrolada precisando de conselhos!

    Tudo começou a 9 meses atrás,me apaixonei por um cara da minha rua,ele faz meu tipo,é gordinho, lindo, bem sucedido, carismático e estiloso, tem 28 anos.
    Desde os meus 17 anos eu tinha uma queda por ele,mas como ele namorava eu ficava na minha.Até que duas coisas fizeram eu mudar,a primeira foi que eu percebi que mesmo em um namoro de 2 anos ele pegava algumas meninas do bairro,inclusive uma amiga minha e ele começou a me dar muita atenção.
    Como saíamos no mesmo horário para trabalhar ele passou a me dar carona,nessas caronas sempre rolava indiretas dele e as vezes até minhas também,sempre que ele me deixava no meu serviço minhas amigas falavam que combinávamos e parecíamos um casal,de repente misturou esse incentivo,as indiretas,minha queda antiga e os comentários da minha amiga que ele tinha pegada,tinha o pênis grande,quando caí na real eu e ele estávamos conversando dele ter um relacionamento comigo mesmo namorando,eu topei com a condição de que fosse um segredo,ele felizmente cumpriu e felizmente assim que virei a outra passou dois meses ele terminou com a oficial.
    Lembro de ter ficado super feliz e animada pensando que ele iria me assumir,mas aconteceu diferente,ele falou que não queria nada sério agora,pois ficou muito tempo “sufocado”falou que queria um relacionamento aberto comigo,eu topei pois amo ele,ganhei um colar de prata dele com o nome dele que ele pediu para eu usar,eu passei a usar para mostrar que o respeito e amo,só evitava de usar na presença dos meus pais,mas percebi que apesar de tudo isso ele continuava sendo o pegador que sempre foi,eu aceitava aquilo por que seria difícil um homem tão bom como ele ter uma só. 
    As coisas melhoraram um pouco quando passei a ser mais “puta” por assim dizer,passei a mandar vídeos e fotos sensuais para ele quase todos os dias,passei a ser mais disponível,por exemplo uma vez ele mandou uma mensagem de tarde falando que iriamos fazer sexo anal de noite,eu nunca tinha feito,porém nem questionei apenas topei e ele adorou,outra vez eu estava menstruada e não tinha como fazermos sexo,ele me buscou no serviço aí para não deixar ele necessitado  eu masturbei ele no carro,lá na rua mesmo e por último mês passado eu realizei um pedido dele,ele queria por que queria que eu tatuasse  uma estrelinha no bumbum e um beija flor na virilha,falou que ficaria legal em mim por eu ter quadril largo e que ele adora mulher tatuada,eu mesma com medo da dor e dos meus pais descobrirem acompanhei ele no tatuador e tatuei,ele amou,delirou ficou todo empolgado,até esqueci a dor e chance dos meus pais descobrirem,foi a cartada final eu praticamente virei única para ele.
    Hoje estamos ficando e de vez em quando ele sai com outras,mas apesar de tudo que eu faço para ele e do tempo ele não me assume,eu amo ele e me sinto bem quando agrado ele e ele é perfeito,gostaria de saber o que devo fazer,se devo desistir ou insistir,ou até ter mais calma,enfim me ajudem a conquistar esse homem em definitivo, bjs.

    Querida leitora, oi?

    Você precisa decidir se quer continuar sendo um brinquedinho, pois agindo como descreveu não vai lhe restar outro papel.

    Você ainda existe? Pois a sensação que dá lendo o seu e-mail é que você nem é uma pessoa mais e que vive em função de satisfazer os caprichos deste boy e através disso consegue algumas migalhas de prazer e satisfação.

    É muito triste ler histórias em que mulheres jovens que deveriam estar na plenitude da vida e com foco no futuro agem com tanta burrice e passividade, topar ser a outra, fazer tatuagem, ser brinquedo sexual, passar por cima dos próprios valores e mentir para os pais? Você acha que está em condições de conquistar alguém? Primeiro você precisa se reconhecer como ser humano e não como um objeto que vive para agradar o outro. Onde fica o seu prazer e a sua vontade?

    Adoraria ter algo mais agradável para dizer, mas você precisa urgentemente entender o que é se amar e se valorizar antes de pensar em conquistar alguém. Neste momento a impressão que você passa através do que escreve é de uma mulher anulada, sem vontade própria e feliz da vida porque consegue satisfazer alguém nem que seja por alguns minutos. Você acha que isso é vida? Você tem parâmetro do que é um cara legal e bom de cama? Achar que um cara bom de cama não vai ser fiel nunca e agir como se não merecesse algo melhor? Se colocar na posição de capacho achando que ele é a última coca-cola do deserto? Você precisa se respeitar, caso contrário, será sempre um brinquedo passivo nas mãos dos homens.

    Você só cede em algumas coisas e abre concessões deste tipo para alguém que mereça isso de verdade, e precisa existir uma troca onde os dois estão empenhados em se relacionar e fazer a vontade do outro, qualquer coisa fora deste contexto é doentio e não pode ser chamado de relacionamento. Cada vez que você se coloca na posição de objeto está perdendo um pouco da sua dignidade.

    Se quer conquistar alguém, faça o contrário do que tem feito. Desmanche esse altar que construiu e colocou esse boy como deus e você como súdita,  atenda a sua vontade em primeiro lugar, não se permita ser usada pelos outros e conquiste você mesma antes de qualquer coisa. Você ainda tem vontade própria?

    Tentar conquistar um mulherengo é como tentar subir uma ladeira lameada usando saia, você vai cair, se machucar, se sujar, se expor, perder a dignidade e não vai conseguir chegar ao topo nunca. É isso que você quer para você?

    Mude o foco, reconstrua-se enquanto mulher e ser humano, se ame e só depois pense em conquistar alguém e antes de ficar de quatro, analise bem o perfil do candidato, se for mulherengo, comprometido e infiel, risque da sua lista correndo, a não ser que você queira ser amante a vida toda.

    Não desista de você!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Sou uma pessoa agressiva e violenta.

    22.12.15 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
    imagem Shutterstock agressividade e violência

    Olá Ísis, tudo bem?

    Primeiramente gostaria de lhe dar os parabéns pelo trabalho que você realiza no blog, que tenho certeza que já ajudou muitas pessoas, inclusive eu. Resolvi escrever este e-mail, porque tenho um problema que nunca vi ser tratado no blog, por isso, busco orientação para que eu possa resolvê-lo.

    Meu nome é A., sou mulher, tenho 20 anos, e sinto que sempre fui uma pessoa agressiva e violenta fisicamente, embora só tenha me dado conta disso e do quanto isso é prejudicial à mim mesma e as minhas relações interpessoais recentemente. Bem, de maneira resumida, percebi que a agressividade e a violência dentro de mim extrapolaram o limite quando descobri uma traição do meu ex namorado, e reagi a isso agredindo a ele fisicamente. Após o ocorrido, percebi como minha atitude foi errada e me senti muito mal com isso. Porque perdi totalmente o autocontrole, e não o tratei com o respeito que ele merece como ser humano e como pessoa que eu gosto, apesar dele ter feito algo muito errado. Sinto que ao reagir da forma como reagi, perdi parte da minha integridade, e além disso, sinto que essas atitudes agressivas estão prejudicando minha vida como um todo, porque além de fazer com que eu me sinta mal comigo mesma, acabo afastando as pessoas de mim.

    No entanto, não sei qual a origem dessas minhas atitudes. Não sei por que volta e meia reajo às situações dessa maneira, não sei por que às vezes parece que sinto a necessidade de machucar as pessoas psicologicamente ou fisicamente. Também não sei como é possível cortar esse ciclo vicioso e quais atitudes práticas posso tomar para que esse tipo de situação não ocorra mais, e para que eu possa de fato ser mais compreensiva, empática, e feliz comigo mesma e com meus relacionamentos. Pretendo procurar ajuda psicológica para tratar deste problema, porque não sou feliz com a pessoa que sou hoje, mas gostaria muito de ser e de mudar minhas atitudes. Gostaria de entender por que sou assim, o que me levou a ser assim e como posso mudar a essa situação e a mim mesma.

    Obrigada pela atenção e pelo seu ótimo trabalho, espero que você possa me responder por e-mail ou através do blog. Tudo de bom, feliz natal e feliz ano novo.

    Atenciosamente,

    A.

    Querida leitora, obrigada por compartilhar a sua história.

    Esse problema pode ter várias origens e explicações, mas uma coisa é certa, a psique é formada até os sete anos de idade (aproximadamente) e até essa fase é que sofremos traumas e estabelecemos modelos, depois dos sete anos tudo é uma repetição de um padrão estabelecido no primeiro ciclo da vida, portanto, é importante buscar ajuda psicológica e investigar a fundo a sua infância e a causa de tanta agressividade, essa deve ser sua prioridade.

    Além disto, você precisa de ajuda de um psiquiatra, pois não pode ficar exposta a sair por aí sendo violenta e agredindo as pessoas fisicamente. Isso pode te acarretar sérios problemas, não ignore a seriedade desta questão. Esse profissional vai fazer um diagnostico preciso sobre o seu problema no aspecto orgânico e está capacitado a receitar ou não os medicamentos necessários para ajudar no seu equilíbrio emocional. Não tenha medo nem preconceito, psiquiatra não é só médico de louco e pode te ajudar muito.

    Outra alternativa excelente é a prática de esportes, que aliada ao que já mencionei acima, pode te ajudar a liberar uma grande parte deste energia retida. Escolha algo que você realmente goste de fazer e vá fundo, mas não adianta só praticar esportes, você precisa de uma junção de ajuda psicológica, psiquiátrica e atividade física.

    Você também pode aprender sobre meditação e alternativas semelhantes que podem te ajudar na prática de uma boa higiene mental, sem contar que pode te abrir novos horizontes quanto a  práticas saudáveis de vida.

    É muito bom que você tenha tanta clareza do seu problema e que admita que é violenta e agressiva, esse é o primeiro passo para a melhoria, mas não adianta saber que tem uma "patologia" e não fazer absolutamente nada para melhorar. Você precisa decidir rapidamente o que vai fazer com tudo isso e como vai administrar esse problema.

    Se precisar de ajuda com a indicação de profissionais me procure por e-mail. Existem várias clínicas sociais que atendem por um valor simbólico ou até gratuitamente, caso não tenha condições financeiras para arcar com o tratamento.

    Procure mais informações: http://www.neuroticosanonimos.org.br/ciumes.html

    Boa sorte e não desista de você!

    20150706-isis-toth.jpg (640×120)As informações postadas aqui são opiniões baseadas em experiências pessoais e conhecimentos empíricos das relações humanas, não há compromisso teórico ou ético com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicanalista para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos.

    Me sinto magra demais e com a autoestima muito baixa e meu “namorado” não para de elogiar as gostosonas.

    21.12.15 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
    imagem Shutterstock

    magra

    Ola Ísis, como vai? Adoro seus conselhos e decidi pedir uma HELP!  Eu tenho 21 anos, 1,65 e 52kg. Não sou esquelética,  mas sou magra. Isso não seria problema se a preferência masculina fosse mulherão… Eu tenho pernas finas, seios grandes, um bumbum bonito sem celulite ou estrias, mas parece que só o tamanho importa. Estou muito insegura, meu namorado vive elogiando o corpo dessas mulheres gostosonas e por mais que eu tente, é extremamente difícil para mim ser uma delas. Já tomei remédios, ralei na academia, mas só cheguei aos 58 kg. Por conta do trabalho e faculdade não tenho muito tempo para me dedicar na musculação, então voltei aos meus míseros 52kg… Na hora do sexo é brochante ser chamada de “magrinha”, não estou me sentindo desejada e isso afeta minha vontade de fazer sexo. Sim eu sou magra, mas sinto falta ser chamada de gostosa na cama, parece bobagem, mas ser chamada de magrela ou magrinha não da tesão. O pior é que meu namorado acha que pelo fato de eu ser magrelinha ninguém vai me querer. Ele não se importa que eu fique a sós com amigos dele, confia demais em várias situações. Temos um relacionamento bacana, mas isso me chateia! Ultimamente minha autoestima está no chão. Dói ouvir que a fulana tem um corpo muito bonito, mas ele gosta de mim do jeito que sou… Obrigada, beijos!

    Olá querida leitora, tudo bem?

    O problema de vocês é serem boazinhas demais e nunca darem uma resposta a altura para as grosserias destes homens. Por isso eles ficam sem limites e falam tantas asneiras. Comece a elogiar o porte atlético dos jogadores de futebol na frente dele, faça questão de destacar cada atributo físico deles, quero ver se ele vai gostar. Tenho certeza que ele tem o pipi pequeno, errei? Então, comece a dizer o quanto você é apaixonada por um pênis grande. Se o dele for grande, faça o contrário! Faça isso de forma bem sutil e sem demonstrar qualquer agressividade ou que está se vingando. Faça isso com ele, com a mesma naturalidade que ele faz com você e esteja preparada para as consequências, pois tenho certeza que seu namorado vai surtar.

    É claro que esses são exemplos grosseiros e não quero induzi-la a nada, citei apenas para que você tenha dimensão do quanto está passiva na situação e para que lhe sirva de inspiração. Todos aqui já são bem grandinhos para serem influenciados, antes que os haters comecem a latir...

    Será que a questão é que você não é atraente aos olhos dos amigos dele ou você se colocou em uma posição de tanta falta de amor próprio que acha que ninguém está te olhando?

    Já pensou em cuidar da sua autoestima e encontrar alguém que te aprecie exatamente como você é?

    Você deve usar todos os recursos disponíveis para se sentir bem com você mesma, desde que não prejudique a sua saúde, mas isso precisa ser feito por você e não por um namorado fútil que só aprecia o superficial e está sendo extremamente infeliz nos comentários que tem feito.

    Cuide também do interior e da sua cabeça, o mundo já está repleto de gente linda e vazia. Ficar buscando forma de mulher gostosona para agradar o namorado, não é futilidade demais? Quando você se presta a esse papel parece que é só isso que tem para oferecer e só vai atrair quem está a procura disto. Ame o corpo que Deus te deu e você vai ver como aparecerá um exercito te desejando.

    Tenho visto mulheres se mutilando na busca do corpo ideal, e o pior cuidam do exterior, mas a mente continua uma porcaria.  É muito bom ter um corpo legal, mas melhor ainda é ter conteúdo e isso está em falta nos dias de hoje.

    Seja você e se aceite!

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