Desfecho: “VOU CONTRATAR UM GAROTO DE PROGRAMA, NÃO TREPO TEM 3 ANOS. SERÁ QUE É PQ SOU GORDA?”

Bom, após meu post no Mete a Colher ( clique aqui se você ainda não leu! ) onde dizia que não aguentava mais ficar sem sexo e que estava com a auto-estima no chão, recebi algumas mensagens de caras dizendo que adoravam gordinhas, que me comeriam, até conversei com alguns mas o papo não virou, então pensei se o papo é tosco imagine a foda? Quando escrevi que contrataria um garoto de programa, não estava brincando, estava realmente pensando em fazer isso e fiz. Saí com o cara ontem e confesso que estou com as pernas mole até agora. Analisei o perfil dele por meses na internet, tive medo de me meter em roubada, imagine uma mulher com tantas coisas em jogo se expor assim? O fato é que assumi o risco, pedi para marcar em um bar antes, pois queria ver se rolava a química, e assim aconteceu. Um pouco atrasado, o “garoto” de 39 anos chegou, na primeira olhada não vi nada demais, mas aí começamos a conversar ele logo, lá mesmo, começou a me apertar e chamar de gostosa, aí caí na lábia do garoto e fomos parar no motel. Confesso, tremia por dentro pois ainda lembrava dos meus 100 kilos, sim após o meu primeiro post engordei mais 2 kilos, fiz um verdadeiro mutirão no meu corpo, unha, cabelo, depilação impecável, meu melhor perfume…parecia que estava indo para lua de mel, tremia por dentro quando lembra que tudo aquilo era para um garoto de programa. Imaginava, quero me sentir melhor comigo me arrumando, pois assim fica mais fácil sentir prazer, vocês não imaginam como o meu corpo gritava por uma boa foda. Chegamos ao motel, me joguei na cama e pensei, estou aqui só vou receber, posso ser eu mesma, pedir tudo que tiver com vontade e nem me preocupar com meu desempenho ou com o que ele vai pensar e isso me deu mais tesão. O cara extremamente educado, culto, não tinha cara de michê, tinha cara de namorado, bom moço, cheguei a duvidar que ele seria bom de cama, mas paguei pra ver e posso dizer que valeu cada centavo. Me fez sentir uma princesa, foi hiper carinhoso, ficou um tempão só abraçado comigo me fazendo carinho e me apalpando, falou no meu ouvido, me beijou, meteu com força, fez amorzinho de leve, me chupou inteira, gozei pra valerrrrrr….(tudo devidamente protegida – camisinha sempre) Minha conclusão, cansei destes caras que te usam e te jogam fora e de me satisfazer com uma foda meia boca, onde muitas vezes meu prazer nem ao menos é considerado. 80% dos homens brasileiros estão longe de ser “o comedor”, como pregam para os colegas nas mesas do bar, estão longe de tratar uma mulher na cama ( e fora dela) como ela merece e só pensam em comer modelo e novinha com vozinha de criança, sendo que não dão conta nem da gorda, calejada e infeliz que eles tem em casa. Fiz uma retrospectiva em todas as minhas fodas, senti raiva de 98% dos homens que me comeram, estando gorda ou magra, pouquíssimos souberam fazer o serviço. Já fui traída, rejeitada, já levei bolo, já fui enrolada e isso mesmo quando tinha meus 20 aninhos e pesava 55 kilos. Se um profissional conseguiu me fazer gozar que nem uma louca, imaginei como deveria ser uma transa com amor com alguém que eu realmente curtisse e quisesse ficar. Aí me dei conta de como esses homens poderiam fazer melhor e não fazem! Concluí que posso emagrecer 50 kilos que é provável que continuarei passando pelas mesmas traições, decepções e o que é pior tendo que me contentar com uma trepadinha mais ou menos e depois um porco roncando e peidando do meu lado. Finalmente, me dei conta do que quero e se não for do jeito que eu quero, então eu pago pra ser!!! Ao menos já sei que posso ter satisfação garantida, não terei nenhuma expectativa de que o fdp vai me ligar no dia seguinte e o que é melhor saio desta nóia de que o problema está em mim, ou do risco de trepar e ser uma verdadeira merda. Os homens culpam as mulheres, já fui chamada até de geladeira. Depois do que recebi e senti ontem de um acompanhante, vi o quanto já fui mal comida nessa vida e ainda me sentindo culpada, achando que o problema estava em m

mete a colher