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    Saudades de minhas putas alegres

    17.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: Vitor Lima

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    Morei sozinho algum tempo. Graças a isso, reavivei prazerosos hábitos solitários que havia abandonado há muito. Mas não falo daqueles condenados pela Santa Igreja. São outros que só se percebe o quanto nos faz bem quando estamos sozinhos, como o hábito de ler, de escrever, de ouvir música ou mesmo cozinhar. Este último há muito não praticava e já nem sabia mais como fritar “unszovos”.

    Outros se mostram mais e mais prazerosos a cada vez que se praticam. A leitura é um deles. Li García Marquez esses dias e suas “Memórias de Minhas Putas Tristes”, que retrata o vigor de um amor adolescente aos 90 anos. Fantástico e emocionante como só ele o é, me fez ansiar amar daquele jeito, mesmo que aos sessenta ou setenta, embora deseje muito me tornar um nonagenário tão apaixonante quanto seu personagem ou um centenário tão jovial quanto a falecida Dercy Gonçalves.

    Gosto dos escritores latinos, como Vargas Llosa e o próprio García Marquez, pois expurgam dos seus textos a hipocrisia literária e não se furtam em grafar um “puta” sem tornar seus escritos chulos ou apelativos.

    O que me inspirou a escrever esse texto não foi a história de amor do velho jornalista pela adolescente Delgadina, mas o próprio título do livro: “Memórias de Minhas Putas Tristes”. Ao terminar a leitura fiquei imaginando as minhas putas, as tantas “mulheres de vida fácil” que passaram pela minha vida. Da reflexão veio a constatação: as minhas putas eram alegres, muito alegres, e o pior – ou o melhor: sinto saudade de minhas alegres putas.

    Não nego a ninguém que tive uma juventude em que visitava com relativa frequência ambientes nada politicamente corretos. Deixando a hipocrisia de lado, andei muito nos puteiros da minha cidade.

    Meus amigos se divertem quando conto como perdi minha virgindade aos quatorze anos em um puteiro. Acho que vale a pena retratar aqui para mostrar o quão alegre eram minhas putas.

    Aos pudicos de plantão, peço que abandonem aqui a leitura. Não porque vá retratar pormenores de alcova de submundo, mas porque verão confissões de um homem de meia idade, pai de três filhos que não se furta em confessar que conheceu com relativa intimidade o lado da sociedade que a cidade rejeita.

    O nome dela era Fátima. Não tinha mais do que dezessete anos, e eu, com falei acima, apenas catorze, quinze talvez, não lembro bem. Fui levado ao afamado “Papoco” (como era conhecido o principal puteiro da cidade) pelos amigos de trabalho. Comecei minha vida profissional muito cedo, mas não no oficio atual. Trabalhava em uma loja de eletrodomésticos e os amigos insistiram que eu deveria me “tornar homem” de qualquer jeito. Me levaram ao “baixo meretrício” e falaram da minha condição de virgem ao dono de uns dos donos de botequins do lugar. Aos berros ele a chamou: Fátima! Ei, Fátima! Vem cá! Prontamente chegou aquela menina serelepe, saltitando como e estivesse pulando a amarelinha com as amiguinhas da rua. Bom, o que veio a seguir, prefiro deixar para contar em outra oportunidade.

    Fátima era alegre e jovial como todas as meninas aos dezessete. Não sei se era feliz ou se sua alegria permaneceu durante a vida que escolheu, mas o que ela irradiava me fazia feliz, pelo menos naquelas visitas que lhe fazia. Me tornei frequentador assíduo do puteiro e de tantos outros da cidade.

    As putas que conheci no Papoco e em outros bordéis da cidade eram mulheres diferentes das prostitutas ou das modernas garotas de programa. Eram putas mesmo, por opção, paixão ou situação. Não se envergonhavam disso e não lhes faltava alegria no rosto sofrido, mesmo que a tristeza da vida longe dos puteiros vez por outra lhes apertasse o peito. Gargalhavam sem se envergonhar dos dentes, ou a ausência deles. O riso era autêntico e funcionava como um incentivo ao cliente a pagar mais uma rodada de cerveja ou de aguardente barato.

    Aliás, é bom que se diga que foi nos puteiros que descobri os prazeres de dois hábitos que há algum tempo abandonei – o de fumar e o de apreciar uma boa cachaça. O fumo não era um hábito que gostava de cultivar, mas a cachaça, essa sim, abandonei a contragosto, pois me tornei hipertenso e, nesse caso, optei por continuar por aqui.

    Voltando às putas, não posso deixar de citar o quanto o ambiente frequentado por elas era animado. Música alta, boleros na maioria dos casos, penumbra e o peculiar desapego ao dinheiro que surge nos homens quando estão diante do sexo oposto e buscando o sexo que o oposto lhe pode dar.

    A verdade que é que, na minha juventude, puta era puta e puta que se prezava era alegre. O voluptuoso hábito de conviver com putas já não tenho há muito tempo. Sobraram as boas lembranças do tempo em que putas, alegres ou tristes, só se encontravam no puteiro. Tempos bons, ah, isso era.

    tião-vitor

    Ela dizia que eu era o homem da vida dela… e agora me obrigou a escolher por meus amigos!

    16.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta

    Seguinte, namorei com (o que pensava ser a mulher da minha vida) fui apaixonado por ela desde os 15 anos. Na escola, nunca a esqueci, depois de 10 anos, nos encontramos e depois de um ótimos primeiros encontros namoramos, depois de quase 2 anos juntos e me dedicando muito a ela, sempre fui melhor homem e namorado possível. Não sou lindo, nem rico…mas sou carinhoso fiel e modéstia parte… um namorado que qualquer mulher gostaria de ter no sentido de amante e companheiro.

    Depois de 2 anos de namoro, certo dia recebi uma mensagem de celular onde ela me colocava contra a parede, pedindo que eu escolhesse entre um futuro com ela (casa e família dentro dos próximos três anos) ou meus amigos, onde sou líder de um grupo de lutas! Mesmo ela fazendo parte desse grupo e sendo amiga de todos também… ela alegou que são todos falsos e que o que eu fazia não valia de nada! 

    Sempre disse à ela que gostaria de me casar e formar nossa família, mas que era preciso ela ter um pouco de paciência e que não seria justo que eu me afastasse desse projeto com os amigos, pois é algo que me ajuda a evoluir na vida pessoal e como homem… Não aceitando minha decisão de me manter fiel à um projeto pessoal, hoje fazem cinco meses que terminamos depois de muitas brigas e xingamentos por parte dela… esse foi um momento muito triste de minha vida, pois como se não bastasse, perdi o emprego e um grande amigo de infância… foram muitos perdas ao mesmo tempo, fiquei arrasado!

    Eu queria saber, de acordo com a experiência de vocês,  o que faz uma mulher que diz por 2 anos, que você é o homem da vida dela e que nunca encontrou ninguém como você e te ama muito, do nada por celular terminar com você com uma justificativa dessas?! 

    Devo encarar isso como normal, que ela simplesmente não foi sincera e não me amava mesmo ou que ela é uma filha da puta egoísta e falsa… ou que eu errei em algum ponto?

    Obrigada pela ajuda…

    Não acho que foi canalhice planejada por parte de sua namorada, no meu ponto de vista... foi real enquanto durou. Só que infelizmente, em algum momento ela deve ter perdido o interesse em você e não sabia como dizer isso. E foi justamente no seu "amor maior", que são seus amigos e grupo... que ela decidiu "te atacar". No fundo, acho que ela já sabia o absurdo que estava exigindo e tinha consciência plena de que você não abriria mão. Assim ela iria se poupar de ter a dignidade de lhe dizer que não o amava mais como antes, ela foi covarde... só isso.

    Ehh meu colega, sinto sua dor através das palavras, como é triste o fim... mas vida continua e nesse momento você deve focar nas oportunidades que virão. Realmente não é fácil, são muitas perdas ao mesmo tempo... mas muitas portas começarão a ser abertas para seu futuro e você precisa ficar atento aos sinais que a vida lhe dá e agarrar cada chance dada.

     

    Socorro!!! Minha filha de dois anos de idade se masturba!?

    16.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: Ísis Toth, Pais e Filhos

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    Sim, sua filha de dois anos de idade se masturba (como qualquer criança em todas as faixas etárias – sendo menina ou menino) pode usar objetos para isso e também ter orgasmos, tão bons ou melhores que os seus. Essa foi minha resposta para uma mãe desesperada que me trouxe essa situação com os olhos arregalados, como se tivesse presenciado um dragão de sete cabeças saindo do centro da terra.

    A partir do momento que adquirem o mínimo domínio motor, o fato é que todas as crianças vão explorar o pintinho, a piriquita o ânus e adjacências, vão descobrir que é gostoso e vão adotar a prática com muita naturalidade. Naturalidade tal que alguns pais deveriam ter ao presenciar a cena, mas não tem. Agem como verdadeiros idiotas, envergonhando e expondo a criança, ridicularizando a situação e muitas vezes até reprimindo-a de forma violenta, seja física ou verbalmente. Achar bonitinho e incentivar tal prática, ou fazer um jantar em  família para anunciar o feito é tão prejudicial quanto a repressão violenta, portanto, bom senso é a melhor receita.

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    A verdade é que apesar de todo  acesso à informação que temos hoje, ainda existem alguns assuntos encarados como tabu em pleno século XXI e a sexualidade infantil é um deles. A mais de 100 anos atrás, Freud cantou a bola, dizendo que as crianças tinham sexualidade e que exploravam suas zonas erógenas. Nem imagino o rebu que foi na época, considerando que ainda hoje esse assunto é visto com escarnio.

    O que preocupa em tudo isso é que o despreparo dos pais (não só no que diz respeito a sexualidade, mas a todos os aspectos da educação infantil) pode contribuir para criar crianças, adolescentes e adultos com sérios distúrbios na vida sexual e problemas no convívio social. Exemplos de distúrbios: falta de orgasmo, ejaculação precoce, impotência, compulsão por sexo e falta de desejo sexual. Acharam pouco? Então lá vai mais: escatologia, necrofilia, pedofilia, zoofilia, coprofilia, clismafilia e urofilia, entre outros. Falando dos problemas no convívio social, podemos citar agressividade/violência, sociopatia, predisposição ao crime sem contar a depressão.

    Agora, muita atenção leitores fetichistas, adeptos do SM e BDSM e similares! Qualquer prática que envolva, fetiches, exibicionismo, frotteurismo, masoquismo, sadismo e voyeurismo, que não ocorram com consentimento mútuo entre o casal, que ameacem a integridade física e psíquica do outro ou que firam as regras de convivência em sociedade, também são considerados distúrbios sexuais. Vou mais longe, para a Psicanálise, muitas destas práticas, mesmo com consentimento mútuo, são consideradas perversão e muitas tem origem em traumas ocorridos até os sete anos de idade. Tinha que registrar isso, mesmo tendo minhas reservas quanto a essa teoria, pois a coisa é tão ampla que fica difícil julgar o certo e o errado, mesmo porque não estou aqui pra isso. E vocês vão perguntar, o que minha vida sexual tem a ver com meus filhos? Resposta: Você é o modelo, o exemplo e espelho que as crianças vão capitar de forma consciente e inconsciente.

    E vocês vão responder: – mas não prático tais atos na frente das crianças!? Dãã…era só o que faltava, né? É bom que nem usem o mesmo ambiente de convívio, mesmo estando elas ausentes. Procurem um motel, uma casa de swing, aluguem um sítio no Pantanal, mas poupem seus filhos do contato com tantos feromônios e informações que serão capitadas inconscientemente. Confundi tudo né? Boa oportunidade para aprender a respeito do inconsciente, o tempo que você gasta mandando whats app de putaria para os outros, vá pesquisar assuntos que realmente interessam.

    (mais…)

    Tenho 19 anos e meu namorado 30, eu o amo muito… mas não paro de desejar liberdade!

    15.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta

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    Olá! Eu tenho 19 anos e estou num relacionamento sério com um homem de 30 há quase um ano. Nós nos conhecemos na faculdade, estudamos na mesma sala e sempre fomos amigos ate começarmos a namorar. Nós nos amamos muito, mas ele é bastante caseiro e eu sempre fui muito agitada. O problema é que eu sinto muita falta de ser sozinha, sair com quem quiser, fazer o que bem entender da minha vida sem me importar com mais ninguém. Ele é a pessoa perfeita na hora errada. Eu sinto falta de ser só minha, sair e aprontar com total liberdade, mas também tenho medo de deixá-lo e me desestabilizar emocionalmente, sentir falta dele. Se eu largar acho que não voltamos, mas se ficarmos eu não sei como posso me sentir com o passar do tempo. Esse sentimento tem aumentado muito ao invés de diminuir e isso é o que me preocupa.

    Ahhh jovem! Nada contra namorar pessoas de faixa etária diferentes, veja o caso do Romário e a nova namorada que tem a mesma idade que você! Olha que casal bonitinho, eles combinam e parecem estar dando certo - aparências, nunca se sabe de verdade, mas... - Enfim, eu só acredito que relacionamentos assim dão certo se uma das partes tiver a mesma "cabeça" que o outro, não adianta você estar em uma fase baladeira e querer não ter que dar satisfações do que faz com seu tempo livre ao outro, se ele não estiver com o mesmo "espírito pra coisa".

    No caso do Romário, veja bem... o cara apesar da idade, fazer programas familiares e tal, ainda não abandou o lado "jovem" dele, curte uma balada, adora pegar uma praia... mais ou menos o que a namorada dele curte também, sendo assim ela não sente que está deixando de fazer nada ao ter ele como companhia. Já no seu caso, seu namorado não tá mais nessa fase, por isso esses pensamentos estão te consumindo.

    Sendo bem sincera, eu te aconselho não investir mais no relacionamento, do jeito que está já não é bom e só tende a piorar. Não se engane pensando que você irá mudar e se tornar mais caseira, o que está fazendo agora é reprimir seus desejos e em algum momento isso vai vir a tona em forma de frustramento e arrependimento pelo tempo perdido. Sei que não vai ser fácil largar o osso, mas imagino que logo passará e você não irá se arrepender. Aproveite que é nova e curta o máximo antes de assumir um compromisso sério, para que nunca mais passe novamente por uma situação parecida quando encontrar seu novo amor.

    Adolescentes e seu medo de perguntar…

    15.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: Dicas, Izaias Barros, Saúde

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    Então, não é de hoje que muitas pessoas têm dúvidas sobre seu próprio corpo e sentem vergonha ou não tem a devida orientação na hora certa. Conhecer o seu corpo é fundamental para um desenvolvimento saudável, assim quando aparecer “surpresas” no seu corpo, não ficará tão assustado como a maioria da população.

    Estima-se que 6 em cada 10 pessoas não recebem orientação devida sobre sexualidade e anatomia, número esse que preocupa a OMS, visto que a falta de conhecimento no assunto gera outra grande preocupação no meio da saúde que são as DST’s .

    Frequentemente, os adolescentes descobrem sobre a vida sexual na rua, com amigos, amigos de amigos e etc. O que causa uma série de erros, dos mais simples aos que podem levar à uma complicação mais grave, como por exemplo, as meninas que utilizam o mesmo anticoncepcional de uma amiga, só porque deu certo com a amiga. É necessário que exista sempre um profissional da saúde por trás de qualquer decisão que envolva medicamentos. A falta de instrução sobre relações sexuais é a causa mais alta de incidência sobre o número de meninas com gravidez precoce.

    Meninas que por não conhecer seu corpo, acabam “entrando na onda” de meninos que também não se conhecem e acabam por engravidar, ou tomar remédios para evitar a gestação de forma indevida. O remédio mais comum utilizado por essas pessoas que não se conhecem é a pílula do dia seguinte, uma verdadeira bomba hormonal. Esse medicamento só deve ser utilizado em casos de emergência, quando se por acidente, a camisinha se rompeu e o parceiro ejaculou dentro, nesse caso é indicado.

    Existem meninas que após cada relação tomam a pílula, sem saber o mal terrível que estão causando ao próprio corpo.

     Por isso, queridos jovens, não tenha vergonha de perguntar. Use toda sua cara de pau e saia na frente. Conheça seu corpo, seja inteligente, não embarque na onda de ninguém, procure um profissional.

    Seja esperto, use camisinha sempre!

    Até a próxima….

    *Instagram @iizaias

    izais-barros

    Meditação orgástica… você faria?!

    13.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: Colheradas do Dia, Dicas, Vídeos

    Uiii… isso deve ser uma delícia! Me corrijam se eu estiver errada… mas a meditação orgástica não seria a mesma coisa que massagem tântrica, só que concentrada na região íntima?! Bom, de qualquer forma adoraria que o Môre tivesse paciência para praticar atividades parecidas comigo… =[

    Alguém aí já praticou algo parecido? Conta pra gente sua experiência nos comentários…

    Sugestão do @p2mattos

    Eu amo minha namorada “cheinha”… mas ela está engordando cada vez mais!

    13.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta

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    Gostaria muito de um conselho, namoro há 4 anos, e amo muito ela. Quando a conheci, ela já estava um pouco acima do peso, e confesso que tenho uma certa atração por mulheres “cheinhas”. O problema é que ela está ultrapassando o limite de “cheinha”, e estou perdendo aquela atração sexual que sentia por ela antes. Hoje em dia ela usa roupas e se alimenta como se estivesse em forma, e o pior é que ela sabe que está na categoria de obesidade, inclusive eu até já disse a ela, de uma forma delicada, claro, mas ela começa com um regime e só dura uma semana.

    Eu a amo demais e sei que um relacionamento não é só corpo, mas isso contribui muito. Não quero perde-la porque isso não é motivo pra terminar, mas gostaria que ela se cuidasse um pouco mais, pois o que aparenta é que pra ela isso não é algo importante e que não influi no relacionamento … que atitude eu tomo???

    Que perigo! É difícil até pra eu te dizer como fazer isso, sabe por que? Ao mesmo tempo que acho bacana o namorado querer ver a mulher bem e ser sincero até com um assunto tão delicado... acho que escutar isso da pessoa amada é doloroso, ainda mais doloroso por saber que é verdade e que a única culpada sou eu! Digo isso pois sou gordinha e tenho todas as neuras possíveis! O namorado é sincero, mas dá vontade de esganar por ele te fazer ouvir a verdade! Entende a situação colega?!

    As vezes ter a consciência de que não é somente você quem está percebendo o que está acontecendo, pode ajudar... ou não... ai ai ai como você já falou com ela e não surtiu muito efeito, tenho duas opções. A primeira é você falar novamente com delicadeza, mas se comprometer a acompanhar ela na dieta (pelo menos quando estiver ao lado dela) e levar ela para fazer uma atividade física juntos. Outra saída é conversar com alguém que ela dê ouvidos e explicar toda a situação, contar que já falou com ela e que nada adiantou... e que precisa da ajuda dessa pessoa para também dar um toque nela.

    Não satisfeita com minhas sugestões, lá fui eu atrás do Môre para perguntar como ele iria falar comigo, caso eu estivesse passando dos limites de "cheinha" - ahã... "se" kkk - me arrependi de perguntar assim que terminei de fazer a pergunta! E como já era de se esperar, lá foi o grosso dizendo... "Tá na hora de emagrecer, tá parecendo uma porca de gorda!", chocada questionei ele... "Porra.. é assim mesmo que você iria falar comigo?" e aí começou a neura... "É Môre... aposto que estava com essa frase entalada na garganta, devia tá querendo me dizer isso há tempos e aproveitou a minha deixa, né!? Bom saber que você iria usar essa delicadeza toda..."

    Bom colega... você tá vendo como a situação é complicada! Se não fala é considerado um otário, se falar é um escroto! Difícil isso... Mas foi aí que o Môre deu uma sugestão boa - pelo menos isso, a essa altura da conversa já estava com vontade de esfaquear ele - e disse que na verdade ele iria falar numa boa assim... "Meu amor, olha só... tô preocupado com a nossa saúde e tal, vamos nos cuidar melhor, fazer uma reeducação alimentar, caminhar... vamos? Você me ajuda, sozinho acho que não consigo."

    Ounnnnti! Ti mininu mais lindu! Tá vendo... dessa forma me fez baixa a guarda, me deu um "toque"  de maneira suave e eficaz! Tenta assim... coloque a questão da saúde em primeiro plano e peça ajuda... ao invés de dizer que fará algo para ajudar à ela. Tira o foco dela e jogue para você, sacou?!

    Eu quero, mas não consigo parar de trair meu marido… o que eu faço?!

    10.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta

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    Primeiramente agradeço por está lendo meu e-mail, minha história não é longa… 

    Tenho 23 anos e desde janeiro mantenho contato com um amigo que com o tempo foi dando em cima e acabei caindo, ficamos 2 vezes só no beijo e abraço, só que depois de uma certa insistência acabamos transando no terceiro encontro, só que tem um grande detalhe Sou casada e não gosto de estar fazendo isso. Evito ele mas quando ele aparece eu me derreto toda, não sei o que fazer porque não quero trair meu marido, mas não tô conseguindo me segurar quando é pra eu dizer chega. Já terminei o nosso rolo diversas vezes mas nunca mantive a palavra. me ajuda, Não consigo contar isso pra ninguém por vergonha. Espero que me ajude o mais rápido possível.

    Ahhhh mulher! É difícil segura a piriquita quando o relacionamento não vai bem, né?! Você nem precisou nos contar como anda seu casamento pra eu chegar a conclusão de que anda de mau a pior. Raríssimas são as vezes em que uma mulher casada trai, mesmo estando com o relacionamento numa boa! Acho que sua postura de pelo menos tentar evitar a traição, muito correta... porém, está faltando um pouco mais de determinação.

    Tente colocar sua vida em ordem, mas pra isso você vai precisar ser sincera com seu amante e pedir para que ele não se aproxime mais de você, pois precisa colocar a cabeça no lugar e tal. Não tenha medo de abrir seu coração para ele, pois bem provavelmente isso vai assustar o rapaz e ele finalmente lhe dará sossego! Enfim, após conseguir parar com as traições, chame seu marido para uma conversa bem séria e tentem juntos, compreender o que está de errado e somente depois decidirem o que irão fazer com essa informação.... Tentar recuperar o casamento? Colocar um ponto final? Não interessa... o importante é tomar uma decisão e sair de cima do muro, ok?!

    A dama do lotação

    10.04.15 Postado por Neguinha | Categoria: Contos, Vitor Lima

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    Clícia, uma morena de 26 anos, estava cansada de sua vida medíocre de comerciaria. Trabalhava em uma loja no centro, estudava à noite para concluir a faculdade e era extremamente carente. Apesar de relativamente bonita e “muito gostosa” aos olhos dos operários da obra próxima ao seu trabalho, Clícia tinha uma vida sexual chocha. Transava apenas quando namorava, mas namorava apenas de dois em dois anos, no máximo, e os relacionamentos eram breves, talvez por ser recatada demais.

    O recatamento tinha motivo: Clícia vinha de uma família evangélica. Sua mãe, dona Carminda, via pecado em tudo e era vigorosa ao corrigir aquilo que considerava “desvio da fé”. Seu pai, também evangélico, tentou violentá-la quando ela tinha 13 anos. Ao invés de apoiá-la, a velha culpou-a pelo assédio criminoso do pai: “Sua pervertida! Você fica aí se exibindo e tentando o teu pai. Ele é homem e você uma putinha”, disse a maldita antes de expulsá-la de casa.

    Clícia viveu o restante da sua adolescência na residência de uma tia que não era assim tão devota. Ali, viu a “pervesidão” que sua mãe condenava. Mas, sempre sentindo-se culpada pelo episódio que resultou na sua expulsão de casa, jamais via o sexo com a naturalidade que deveria ter. Ao ver os primos e suas namoradas nos carinhos mais íntimos na sala ou no quarto, a libido lhe fazia o sangue ferver ao mesmo tempo que a vergonha lhe domava os instintos.

    E assim passou a adolescência até o início da fase adulta quando teve o seu primeiro namorado. Charles era o nome dele. Era um rapaz de muita paciência, pois aguentou o namoro que durou quase quatro meses só de beijos e abraços muito comportados. Apesar disso, foi ele quem tirou o cabaço de Clícia que já tinha 20 anos.

    Certo dia, ao pegar Clícia na colégio noturno, ele parou a moto em uma rua escura próxima à casa dela afirmando que havia acontecido um problema no veículo (desculpinha velha). Ela, incauta, acreditou que era preciso esperar o motor esfriar para que o veículo voltasse a funcionar. Charles foi se aproximando com beijos comportados, mas, a certa altura, conseguiu botar a mão nos peitos dela. Inicialmente, Clícia tentou resistir, mas cedeu facilmente, pois já não aguentava resistir a tantas investidas. Em poucos minutos, Charles já estava com a mão esquerda dentro do jeans dela. Com esforço, conseguiu descer um pouco mais e tocou a buceta da moça. Era um tanto cabeluda, mas estava encharcada. Aquela foi a senha para que Charles avançasse na ousadia. Pegou-a com força e levou para a margem da rua, escorou-a em um muro e tirou sua calça. Ela dizia “não”, “para”, “não”, mas aliviava as pernas para que a vestimenta saísse com maior facilidade. Seu tom de voz era de embriaguez e, segundos depois, já estava apenas com a parte de cima da roupa enquanto Charles acomodava seu pau no meio de suas pernas. Lentamente, ele forçou a entrada enquanto Clícia dizia seguidos pequenos “aís”. Com a rôla dentro, Charles começou a se movimentar de formar ritmada, tirando e botando o pau pra dentro. Antes que chegasse ao fim, Clícia voltou à sobriedade. Forçou Charles a tirar de dentro e afastou-se procurando peça de roupa que estava jogado ao chão. Vestiu-se apressada e disse que ia seguir a pé até em casa. Imediatamente saiu andando a passos rápidos antes mesmo que Charles pudesse dizer alguma coisa. O rapaz montou na moto, deu na partida e saiu em perseguição à jovem. Emparelhou e pediu para que ela subisse que a levaria até em casa, mas ela se recusou e seguiu caminhando apressada até o portão da casa, enquanto Charles tentava convencê-la a seguir com ele.

    O fim do namoro de Clícia com Charles se deu nessa noite. A vergonha lhe fez repulsar o moço.

    Nos dias seguintes, Clícia viveu momentos alternados entre a culpa, a vergonha, o nojo e o desejo. Este último, no entanto, ela fazia tudo para reprimir.

    O próximo namorado veio quase dois anos depois. Também rolou transa, dessa vez concluída como devido, mas não para Clícia que, apesar de já aceitar o sexo com maior naturalidade, ainda era dominada pela vergonha e pela culpa. Gozar ainda era algo que desconhecia. Disso ela só sabia através do relato das amigas.

    Vários namoros adiante e algumas outras trepadas também, Clícia se encontra já uma mulher madura, mas descontente com sua vida sexual que não aplacava o seus pensamentos libidinosos que tinha à noite e que nem chegavam perto dos sonhos que tinha nas madrugadas. Ela era o retrato da frustração.

    Clícia morava longe do centro. Morava sozinha desde que resolveu sair da casa da tia. Isso a forçava a almoçar perto do trabalho. Fazia as refeições em uma unidade do Sesc que tinha anexo uma cinemateca onde eram exibidos filmes entre o meio dia e as duas horas da tarde, período em que a maioria dos comerciários que trabalhavam na região central estavam em horário de almoço.

    Certo dia, após almoçar, Clícia resolveu assistir o filme em cartaz. Era A Dama do Lotação, um clássico da pornochanchada que tinha como atores principais Sônia Braga e Nuno Leal Maia.

    A história do filme se passa no final da década de 1970 e é baseado na obra de Nelson Rodrigues. Solange (Sonia Braga) fica traumatizada após ser estuprada pelo marido Carlos (Nuno Leal Maia) na noite de núpcias. Algum tempo depois, ela passa trai-lo sob o argumento de “ser fria” para com ele. As traições envolvem o melhor amigo e até o pai de Carlos. Mas o que chama atenção de Clícia é o sexo casual com desconhecidos, homens que Solange escolhe por acaso em viagens de ônibus e lotações.

    A cenas fortes e a temática excitam Clícia. De certo modo, ela se identifica com Solange e passa a imaginar que fazer sexo com desconhecidos não parece ser uma má-ideia.

    No Acre, estado em que Clícia morava, praticamente não há lotação. Mas tem ônibus lotados, como em todos os locais do País. Clícia residia em um bairro tranquilo, quase no centro e lá ela era bem conhecida. Tentar algo no ônibus que a levava em casa era impensável. Teria que ser para outros rumos, para lugares onde ela fosse só mais uma.

    Aquilo tudo não sai da cabeça dela. O sexo com desconhecidos não era apenas uma oportunidade para transar e satisfazer seus desejos e fantasias. Era bem mais que isso. Era uma oportunidade de transgredir, de fazer algo moralmente reprovável ao olhos dos pudicos iguais a sua mãe Carminda. Clícia nunca tinha transgredido. Fazia tudo certinho e tinha medo que as pessoas pensassem algo de mal a seu respeito. Temia ficar falada. Agora, fazer algo assim e ainda permanecer incógnita lhe era muito atraente.

    (mais…)

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