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    Estou desempregada a 1 ano e vou ter que abandonar meu filho.

    26.08.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    mae

    Isis, chegou a minha vez de pedir seu conselho. Tenho um filho de 4 anos , o pai nunca assumiu e meus pais sempre me ajudaram.

    Tenho 22 anos de idade, perdi o meu trabalho a mais de um ano e não sei mais o que fazer, pois não consigo mais pagar o aluguel de uma casa de dois cômodos que vivemos. Todos os dias deixava ele na creche e trabalhava, acabou o seguro desemprego o dinheiro da minha demissão anterior e se não fosse meus pais, já estaria passando fome.

    Perdi a esperança de arrumar trabalho aqui no Brasil, estou pensando em me mudar para a Austrália, onde tenho uma amiga que pode me ajudar. Não vou conseguir levar meu filho ao menos no começo, pois vou para lá e não vou começar ganhando muito dinheiro e não vou ter ninguém para cuidar do meu filho.

    Penso comigo que tipo de mãe deixa o filho pra tras, o que eu vou fazer se aqui não tem trabalho pra mim? Sempre fui muito esforçada, dedicada e responsável com o meu trabalho.

    Meus pais se prontificaram em ficar com ele até eu me estabelecer, mas fico com a consciência muito pesada e estou muito triste pois não quero me afastar do meu pequeno.

    Me ajuda Ísis, preciso tomar uma decisão rápida.

    Que história triste, sou completamente solidária a sua dor.

    Muitas mães passam por isso e precisam tomar decisões difíceis e ainda enfrentar o julgamento dos outros. Você precisa ser forte e pensar no futuro do seu filho.

    É muito dolorido se afastar dos filhos, mas pense que se você decidir por sair do país é por ele também, sem contar que ele vai ficar com seus pais e não com um estranho qualquer.

    É muito diferente de abrir mão da guarda ou deixar sofrendo na companhia do pai que já é casado com outra. Os avós são as melhores pessoas para ajudar em uma situação assim,  se eles estão se dispondo a te apoiar, considere aproveitar a oportunidade.

    É claro que a situação ideal para as crianças é ter uma família funcional e ficar ao lado do pai e da mãe, mas na prática não é assim que acontece e você não pode ficar se consumindo em culpa. Esqueça o que os outros vão dizer ou achar da sua decisão e pense apenas no seu futuro e do seu filho. 

    Se você já esgotou todas as possibilidades e não vê chances aqui no Brasil, não perca a oportunidade de ir para outro lugar. Quando você se estabilizar por lá, com certeza conseguirá buscar o seu filho.

    Se tomar a decisão de sair do país, tenha certeza que sua amiga é confiável e que você estará em segurança. Investigue com quem sua amiga vive,  com o que trabalha, onde mora? Obtenha o máximo possível de informações sobre o trabalho que irá fazer lá. Procure comprovações da rotina dela nas redes sociais, com amigos em comum e tenha certeza do que ela faz. Infelizmente temos inúmeros casos de tráfico humano, onde várias meninas vão para o exterior enganadas e acabam tendo que se prostituir, tendo que viver em cárcere privado. Se tiver qualquer dúvida quanto a sua segurança, simplesmente desista.

    Quando tiver na Austrália,  fique atenta as oportunidades, dedique-se também a estudar muito, aprender inglês e não só ficar trabalhando.

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    Não temos compromisso teórico com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional  para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos através das opiniões aqui expostas.

    O sexo esfriou, o fogo apagou?! Me ajuda Ísis!

    18.08.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta
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    sexo ruim

    E-mail F

    Olá Isis! Eu acompanho o mete a anos, e hoje eu vejo em você a possibilidade de um pouco de esclarecimento para o que vem me acontecendo.

    Eu me chamo F, tenho 23 anos e namoro o L., 27, há 3 anos. Como em quase todos os namoros, no começo não podíamos ficar perto um do outro que pegava fogo, sempre tivemos muita química. Acontece que de uns tempos pra cá as coisas estão diferentes, o sexo ainda é ótimo, mas eu já não me sinto tão realizada como antes, sabe quando ainda fica um gosto de “quero mais”? Eu posso idealizar uma noite incrível o dia todo, mas na hora H eu não sinto toda aquela magia… Nós temos alguns problemas quanto a privacidade, eu ainda moro com a minha avó e ele com os pais, então quando estamos juntos precisamos ser muito contidos e ficamos preocupados com o barulho, eu acredito que isso tenha muito a ver com a situação, e ultimamente algumas coisas que ele faz durante o sexo me incomodam, mas são coisas que ele sempre fez e nunca me incomodaram. Eu não tive um relacionamento sério antes, ele é o primeiro, tenho a ideia de que com o passar do tempo a relação acabe dando uma esfriada, e também sei que o fogo do começo não pode ser parâmetro de comparação, mas eu sinto que pode ser melhor. Eu tenho receio de falar com ele e acabar ferindo o seu “ego masculino”, tenho medo de que ele pense que não está conseguindo me satisfazer quando eu acho que o problema é comigo. Ah, e apenas para observar, nós temos um relacionamento maravilhoso, nos damos super bem e somos muito felizes juntos, fazemos planos para o futuro e eu me sinto realizada com ele em todos os demais aspectos. Isis, me ajuda?

    Abraço, F

    Email Ísis

    Olá Fernanda, 

    Recebi seu e-mail, você poderia detalhar um pouco mais o que exatamente ele está fazendo durante o sexo que está te incomodando?

    Email F

    Olá Isis,

    Coisas bobas, como por exemplo falar durante o sexo… Eu gosto que ele fale de vez em quando, mas o quanto ele fala tem me incomodado ultimamente, quando ele fala “goza pra mim” eu me sinto um pouco pressionada, entende? Ás vezes eu me incomodo porque ele parece escolher as posições que mais vão fazer barulho, e eu fico preocupada com o fato de alguém poder ouvir. Ele tem um costume de coçar um dos olhos, e quando ele faz isso durante o sexo eu me incomodo por pensar que ele não está totalmente entregue a ponto de esquecer de fazer isso. São coisas que ao meu ver são bem bobas pra eu me incomodar, então acredito que o problema seja comigo.

     

    Além de considerar que com o tempo o sexo, não necessariamente esfria, mas as necessidades mudam, considere que existe fases de altos e baixos nos relacionamentos.

    Você não está errada em ter tato para falar com seu namorado, pois se o ego masculino for ferido com algo tão delicada de se dizer é provável que as coisas piorem ainda mais e passem a interferir no ótimo relacionamento que você relata ter. Tenha jogo de cintura! Use o não dito para se comunicar, vou detalhar abaixo.

    Lendo seu e-mail tive a impressão que o sexo de vocês caiu na rotina e deve estar chato para ele também, parece que vocês sempre transam correndo o risco que alguém ouça. Será que não é por isso que ele pede para você gozar? Assim acaba logo e vocês podem relaxar quanto ao risco de serem pegos no flagra?

    Por que vocês precisam, necessariamente, transar na casa dos pais dele ou na casa da sua avó? Faça algo diferente, proponha uma ida ao motel ou uma viagem! Se a grana tiver curta, faça qualquer coisa diferente e fora do espaço usual. Dê uma chacoalhada no sexo, se você consegue reparar que ele está coçando o olho é porque a coisa está ruim mesmo, se tivesse boa, você estaria concentrada somente no prazer e nem veria o que, na verdade, pode ser uma mania boba, mas também pode ser que ele esteja tão entediado quanto você. E isso não é culpa de nenhum dos dois, é apenas uma fase simples de ser ultrapassada.

    Ter que colocar o travesseiro na cara na hora do orgasmo não é nada excitante e, com certeza, está contribuindo para que você sinta que o tesão está acabando. Você pode fazer muita coisa para  deixar o sexo mais apimentado, use sua criatividade, leia livros a respeito ou faça uma simples pesquisa no Google.

    Se a relação de vocês é ótima e vocês pensam em um futuro juntos, não deixe que coisas assim estraguem a sua felicidade.

    O friozinho na barriga e a euforia do início do relacionamento não vai durar para sempre, mas isso não quer dizer que você tenha que se satisfazer com sexo morno. Sexo é vida e tem que ser bom, não se acomode com o mais ou menos!

    Boa sorte!

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    Não temos compromisso teórico com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional  para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos através das opiniões aqui expostas.

    Meu ex quer me colocar na geladeira, eu aceito?

    16.08.16 Postado por Neguinha | Categoria: E-mail do internauta
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    Boa noite, tudo bem? Vou me identificar como Carol. Eu namorava o Rafa já faziam 6 anos e meio, fomos um o primeiro namorado (a) do outro  (eu tinha 14 e ele 16), perdemos a virgindade juntos. O meu medo era que isso um dia fosse uma pedra em nosso caminho: o fato de namorar desde cedo, não ter vivido nada. No começo de abril terminamos e acabamos voltando em maio. Depois desse primeiro término ele começou a sair mais, ia em churrascos, chegava a vir me ver domingo a noite. E eu comecei a ficar incomodada com isso, não ligava dele sair com amigos, mas aonde tinha mulher realmente me deixava com raiva… Ele estava dando mais atenção aos amigos do que pra namorada,pra mim ele tinha que saber a aprender a dividir.

    Acabamos brigando num domingo pq não acreditei nele, pq tentei procurar alguns vestígios de traições em rede sociais e ele ficou bravo. Terminamos. 2 semanas depois minha bisa faleceu, ele foi no velório/enterro e aí acabamos se vendo pessoalmente. Quando fomos conversar, ele me disse que precisava de um tempo, que queria ser meu amigo, que não aguentava de saudades, me amava, mas queria esse tempo. Achava que precisava curtir um pouco a vida,  tanto eu, como ele. Aí me propôs continuar se vendo, normal, mas sem namorar, isso pq ele não conseguia ficar longe de mim. Na hora eu não respondi nada, 4 dias depois eu mandei no whats que não queria nem ter amizade, ele pegou e falou que não sabia que me amava tanto,  que todas as músicas que escutava lembrava de mim, que ele ainda tinha esperança na gente, mas que precisava desse tempo. Terminei a conversa dizendo que ele não tinha que ter esperanças,  que era pra sempre… Pq na minha opinião quem ama não consegue ver a outra pessoa curtindo a vida numa boa. Parei de responder ele. Aí apaguei nossas fotos do insta, ele foi lá e apagou todas tb e deixou de me seguir. Colocou solteiro no face (eu já tinha colocado) e até o número de celular dele ficou público. 

    Eu sai, fui pra balada, estou vivendo a minha vida. Mas morro de saudade dele. Porém,  eu fico pensando que se voltar, talvez seja até pior,  pq tem meninas curtindo foto dele que eu não suporto,  qe eu sei que eram loucas pra ficar com ele.  Ele está viajando a trabalho já fazem duas semanas… Mas não se falamos mais. Eu tenho medo dele querer viver tudo e depois vir atrás de mim. O que eu faço?  Amo tanto ele. Fico perdida. E se ele pedir pra voltar?  Estou arrasada… Tento viver mas no fundo dói tanto, pq nós crescemos juntos, conquistamos várias coisas, sempre com uma parceria tão boa. O meu grande medo era isso de curtir a vida, pq até então,  ele tem um primo q leva ele pra esse caminho, tanto é que, ele já saiu escondido umas 3 vezes, indo para balada com ele… E eu perdoei.  Me sinto burra por ter perdoado isso, mas é que a parceria, cumplicidade entre a gente era tão boa, que eu smp queria q ele mudasse… Ele não me ama mais? O q vcs acham?

    Obrigada!

    Ô, Carol... Fica assim não. No fundo, você sabia que essa situação aconteceria e, infelizmente, esse dia chegou.

    É supernatural que algumas pessoas sintam necessidade de aproveitar mais a vida antes de se comprometerem em um relacionamento sério. E não as julgo. Não existe "o certo" e "o errado", o que existem são pessoas inseguras que optam por abrir mão de um relacionamento estável em troca de aventuras incertas.

    Eu já estive no time dos inseguros e preferi abrir mão de um relacionamento por novas aventuras. E, sinceramente, não me arrependo, pois precisava disso naquele momento e sei que não me sentiria realizada se não o tivesse feito.

    Algumas coisas acontecem na vida da gente para mudarem completamente o rumo de tudo. É triste dizer isso, mas acho que no seu caso não tem mais volta (pelo menos não em um futuro próximo).

    Depois que se perde a confiança, fica difícil recuperar a relação. Imagine o seu tormento ao ter seu ex-namorado de volta: você não saberia lidar com os acontecimentos recentes e viveria angustiada, neurótica e ciumenta. A cada passo, seria uma nova briga.

    Eu sugiro que mantenha-se firme em sua postura e aguente. Tenha fé de que tudo vai passar, e que um dia ainda se sentirá aliviada por não ter cedido aos impulsos do coração cego de amor.

    Tente manter sua mente ocupada com novas atividades e amizades.

    CINCO COISAS QUE OS HOMENS NÃO REPARAM DURANTE O SEXO

    16.08.16 Postado por Neguinha | Categoria: Dicas

    Descubra coisas que sempre te incomodaram, mas que na verdade eles nunca repararam

    Mulheres e suas neuras; sejam elas ligadas ao peso, aparência ou homens. Quem nunca deixou de aproveitar uma super noite de sexo com aquele boy magia por alguma neura?

    Se liga em coisas que nos incomodam, mas que na realidade, os homens não reparam durante o sexo. Viva mais livre e feliz:

    1)Estrias e celulites

    Estrias e celulites são o pesadelo para qualquer mulher, e o que poucas já se tocaram, é que além de ser a coisa mais normal do mundo, o boy não vai parar o sexo para reparar se você tem celulite na bunda ou estrias no peito. Por favor, né?

    2)Depilação impecável

    Quantas mulheres já não deixaram de sair com o boy magia por não estar com a depilação muito em dia? Fica a dica que homens não reparam muito nesse quesito, quer dizer, a não ser que você esteja com uma floresta negra de pelos, caso contrário, não se preocupe e vá fundo – risos.

    3)Cabelo e maquiagem

    Você realmente acha que o boy vai se importar se a raiz do seu cabelo estiver crescida, se sua unha está descascada ou se sua maquiagem está impecável? Se liga e desapegue; ninguém aqui é artista de Hollywood para ter que estar muito produzida o tempo todo.

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    Os prós e os contras de juntar as escovas de dentes

    09.08.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta

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    escovas

    Bom dia Isis, tudo bem? Eu sou a Camila. e namoro há um ano e meio com o J. eu tenho 27 anos e ele tem 25 e trabalhamos na mesma empresa.

    Ele mora sozinho e de uns meses pra cá começamos a conversar sobre morarmos juntos, então comecei a ir mais vezes pra casa dele pra ver se íamos nos adaptar, faz uns dois meses que não sei mais o que é dormir na minha cama, mas quando volto do trabalho ainda tomo banho e janto em casa só vou embora com ele pra dormir mesmo e nos finais de semana ficamos direto na casa dele. Minha vida está uma bagunça, tem coisas minhas lá e cá e nunca acho nada. Antes tínhamos uma relação mais tranquila mas agora discutimos sempre! Somos muuuuito diferentes um do outro, ele quer sempre sair e estar rodeado de amigos e eu já disse que por mim não tem problema, mas ele não quer ir sozinho, ele quer eu vá com ele. Só que eu prefiro ficar em casa estudando, lendo um livro ou dormindo. As vezes eu vou pra fazer a vontade dele, só que nunca é suficiente e ele não reconhece meu esforço, semana passada nós brigamos pq a gente saiu pra jantar com um casal de amigos e depois eles foram pra casa de outro amigo e queriam que nós fôssemos, acabamos discutindo pq ele queria ir e eu disse que não pois já tínhamos saído, parece que nunca tá bom. Eu me irrito com ele por não me deixar em paz e ele se irrita comigo pq eu não dou atenção a ele, diz que eu só penso em estudar e dormir. Fico chateada pq ele não entende que minha rotina é cansativa, eu trabalho, faço curso de libras, faço faculdade, e às segundas faço estágio de 4hs à noite. Ele só trabalha, e agora está pensando em fazer EJA pra terminar o ensino médio, (pq eu incentivei) mas não tem as mesmas ambições que eu. Nós vamos sair de férias juntos em agosto e eu sentei pra conversar com ele sobre o que iríamos fazer com a grana que sobrasse, eu queria trocar o piso da sala e comprar um sofá novo pra deixar o ambiente mais confortável, mas ele quer comprar um vídeo game e investir no carro.

    E pra ajudar, o irmão dele está desempregado e como não pode pagar aluguel foi morar nos fundos da casa do meu namorado com a esposa e três filhos pequenos. Se antes eu não tinha paz, agora tenho menos ainda… É gritaria o tempo todo, e de madrugada o bebê chora o tempo todo, e isso está me irritando profundamente. Estou muito confusa, não sei o que faço, sinto falta da minha privacidade, sinto falta do meu espaço mas ao mesmo tempo eu amo ele, as vezes penso em terminar e ficar um tempo sozinha pra ver o que eu realmente quero, mas depois me arrependo e tenho vontade de lutar por nós, minha vida oscila constantemente entre esses dois pensamentos. Sem contar que em casa minhas coisas estão sempre organizadas e minha roupa lavada, quando eu chego já tem janta pronta. Tenho consciência de que já está mais do que na hora de ter minha própria vida sem depender da minha mãe, mas dá um medinho de sair dessa zona de conforto. Essa situação está acabando comigo! Por favor me ajudaaaaaaaa!

    Tomar a decisão de ir morar com o namorado não é sair da zona de conforto, você só está trocando seis por meia dúzia. Sair da zona de conforto é aceitar um novo desafio profissional que te pague o dobro, comprar um apartamento e ir morar sozinha, bancando 100% das suas despesas e se a grana não é suficiente, encontrar alternativas para se bancar. Não que você tenha que fazer isso, mencionei apenas para que você entenda a diferença e que ir para baixo da asa do namorado na casa dele não é uma grande mudança no que diz respeito a conquista da independência, pelo contrário, te deixa de certa forma dependente dele e vulnerável a todos os problemas que morar na casa dos outros traz. Está na cara que esse não é o espaço planejado para ser de vocês, vocês estão fazendo um teste apenas. Você acha que está funcionando? Mantenha os olhos bem abertos para essa realidade.

    Não espere que a rotina seja a mesma, você precisará fazer adaptações e ele também. Se você não gosta de sair , entrem em um acordo, mas saia com seu namorado ao menos uma vez por semana e sem cara feia, se ele quiser descer a serra para ir a praia depois, arrume um jeito de se divertir ou desista de tudo isso, pois vai ficar muito desgastante para os dois. Tem muito namorado que ama sair sozinho, o seu faz questão que você vá junto, isso é um ótimo sinal, então seja mais maleável.

    Quanto ao irmão dele que está morando junto com vocês, esse é um risco que você assumiu e não tem muito o que fazer a respeito, isso prova que esse espaço não foi projetado só para vocês dois e que seu namorado não vê como prioridade organizar a vida para que vocês vivam bem juntos, aí está outro ponto importante para pensar.

    A luz de alerta mais importante que vi na sua história é que vocês ambicionam coisas diferentes. Em primeiro lugar a casa é dele, você não tem que ficar querendo arrumar piso e comprar sofá, isso só seria compreensível se vocês tivessem comprado a casa juntos e não estivessem apenas em um test drive. Por outro lado, não tem nada que atrase mais a vida de uma mulher que um homem acomodado e sem objetivos na vida, daqui uns anos você ou estará tão estagnada quanto ele ou estará exausta de tanto lutar por dois. É isso que você quer para você?

    Pense no que você espera de um relacionamento? Ser simplesmente uma agregada na casa do seu namorado? O que você está ganhando em sair do conforto da casa dos seus pais para viver assim? Vai conseguir prosseguir com seus estudos e objetivos de vida, mesmo estando exausta e vivendo sem qualquer paz? O que vem em primeiro lugar para você?

    Valorize-se! Se o cara te quer de verdade, vai sentar, conversar  e juntos vocês vão planejar uma união de verdade. Reveja esse relacionamento e se for para continuar, que seja com planejamento e concessões dos dois lados, mas que os dois estejam preparados para assumir o que é a vida a dois com todas as suas consequências boas e ruins.

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    Não temos compromisso teórico com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional  para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos através das opiniões aqui expostas.

    Vivo uma vida dupla! Em casa sou evangélica e na rua sou outra pessoa.

    03.08.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta

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    vida dubla

    Oi,vou me identificar como Bruna,tenho 17 anos,descobri o blog de vocês procurando um lugar para ser ouvida,compreendida e aconselhada,aqui foi onde pareceu mais confiável,não sei nem se irão ler minha situação,muito menos se irão postar,porém gostaria pelo menos de uma resposta.

    Nesses últimos 6 meses minha  vida mudou completamente,virou uma loucura,totalmente diferente do que vivia  antes,mas essa loucura me faz bem e mal ao mesmo tempo…

    Cresci  em uma família evangélica,sou a irmã caçula,sempre vivemos com muitas regras,hora para sair e voltar,roupa certa para usar,horário para estudar,nada  de farra com meninos,nada de maquiagem,ir no culto 3 vezes por semana,entre outras regrinhas,para ser sincera sempre lidei bem com elas,mesmo por que só conhecia esse estilo de vida,porém hoje elas são parte de um conflito para mim.

    Alguns meses atrás entrou uma garota nova na minha sala,vinda de outra escola,mesmo sendo escola pública onde acontece muitas coisas,o jeito dela e chamou a atenção,ela é Camilla(nome falso)da mesma idade que a minha,com o tempo fomos forçadas a conviver,não só em sala de aula,mas fora da escola,pois em diversos trabalhos acabamos ficando juntas.

    Ela era totalmente diferente de mim,tinha namorado mas traía,usava roupas curtas,bebia,ia na balada,falava gíria e tinha amizade com muitos homens até bem mais velhos.

    Logo  passei a frequentar a casa dela para fazermos os trabalhos,ela sempre me tratou bem,apesar de zuar meu jeito,com perguntas e afirmações como:

    -Como assim você não bebe?

    -Nossa você ficaria linda de maquiagem…

    -Sério que você só beijou e nunca trepou?

    -Seu pai é do estado islâmico..

    Entre  outras falas,mas mesmo assim passei a gostar dela,senti ela como amiga,toda manhã ela vinha me contar,sobre a tarde ou a noite dela,passamos a ficar o intervalo todo juntas,ficávamos o dia todo no zap zap conversando,pronto viramos amigas e foi onde minha vida mudou.

    Eu admito que logo eu comecei aos poucos adotar cada vez mais costumes dela,ficar mais grudada e por fim fazer tudo igual que ela fazia.

    Eu passei a admirar o jeito dela e como ela se divertia.

    Passei a ir na casa dela e ao invés de fazermos trabalho,ela me ensinava a me maquiar,emprestava as roupas  dela para tirarmos fotos,conversávamos,depois de um tempo passou a chamar meninos para irem la ficar com a gente e nisso perdi a virgindade fiquei muito animada e feliz.

    Depois de uns meses eu mudei,sempre que estava na companhia dela usava maquiagem,roupas curtas,passei a ter mais amizade com os meninos,passei  a ter rolos no colégio e resumindo estava super feliz e animada.

    Logo ela me levou para as loucuras dela,que foram as minha maiores aventuras,convenceu eu a fazer uma tatuagem de beija flor na virilha igual ela,passei a ir dormir na casa dela para sair de noite escondida,comecei a namorar um primo dela que já tem namorada,entre outras coisas.

    Hoje eu vivo  uma aventura muito gostosa,saio todo fds,me sinto bonita e poderosa,tenho sempre o menino que desejo,pode parecer tosco por ser coisas simples,mas me faz tão bem me olhar no espelho com aquela tatuagem e maquiada,usar roupas mais sensuais,ter uma menino que mesmo tendo namorada me procura,fico toda semana com um menino diferente no colégio,enfim me sinto poderosa,bonita e madura,é algo bom que nunca senti antes.

    Porém aí entra meu dilema,em casa tenho quer ser a Bruna de sempre,comportada,discreta,sem maquiagem,roupas normais,ir ao culto,e fora os cuidados novos como evitar atender ligação dos meninos,não deixar que vejam os nudes que mando  para o meu namorado,esconder para que não descubram minha tatuagem e nem deixar que percebam cheiro de bebida em mim ou que perdi a virgindade.

    Esses cuidados me incomodam por dois motivos,o primeiro é a horrível sensação da minha família descobrir minha aventura, e me da medo só de imaginar o que farão.. e o segundo é que sempre que vou ao culto e fico ouvindo as pregações eu me sinto a pior menina de lá e que estou condenada.

    Bem esse é o meu problema,vivo uma aventura boa demais,mas o modo como fui criada faz eu ter medo e vergonha dessa aventura,desculpa pelos erros de português e espero que possam  me ajudar.

    Esse é o resultado da falta de diálogo e da rigidez religiosa, seus pais pensam que tem tudo sob controle e mal sabem que a filha está  exposta  e correndo risco.

    Exposta e correndo risco, é assim que você fica cada vez que bebe escondido, vai em uma boca de porco que faz tatuagem em menor de idade e mente para passar a noite fora.

    Não deve ser fácil conviver com uma família assim, mas até que ponto você tem maturidade para conviver com uma amiga vida louca? Releia o seu relato e perceba como você se jogou de cabeça nesta situação, sem ao menos escolher o que iria copiar ou não da sua amiga, simplesmente faz tudo exatamente igual e sem qualquer questionamento. Mesmo tendo sido criada por uma família rígida, você não precisa ser tão ingênua. Ainda que você mantenha essa amizade, seja mais crítica ao escolher o que deve ou não fazer.

    Entendo que na sua casa você sempre fez tudo por influência dos seus pais e seguindo as ordens deles, mas você não precisa repetir esse comportamento nas amizades e relacionamentos em geral. Não aceite qualquer influência tão passivamente!

    Entre fazer o que sua família ordena e se deixar influenciar cegamente por uma amiga sem juízo, escolha ser obediente a sua família, que é a alternativa menos pior.

    Se a rotina religiosa dos seus pais já não te satisfaz mais, use a inteligência e se empenhe em estudar e ser independente, prepare-se para o futuro, aí sim você poderá ser dona do seu próprio nariz e fazer o que bem entender da vida, sem ter que dar satisfações. Com esse perfil de família, enquanto você for dependente dos seus pais e precisar viver embaixo do mesmo teto que eles, é a regra deles que você vai ter que seguir.

    O que você está fazendo neste momento para se tornar independente o mais rápido possível? É com isso que você precisa se preocupar!

    E aí muita gente vai dizer, ah mas eu aprontei todas na adolescência e me dei super bem na vida. Digo sem medo de errar que isso é uma exceção e as manchetes dos jornais estão aí para não me deixar mentir.

    Com 17 anos de idade você não deveria estar consumindo bebida alcoólica e fazendo tatuagem, não deveria estar se contentando com migalhas afetivas, namorando um cara comprometido e ainda se achando o máximo. Você ao menos usa camisinha e mais um método contraceptivo? Exemplo; camisinha + pílula. E se a camisinha falhar? Já pensou nisto?

    A vida tem muito mais para te oferecer e você está pegando o caminho errado por imaturidade e precipitação.

    Sei que nesta idade vocês tem muita pressa de viver e provar tudo que aparece pela frente e por conta de toda essa pressa, muitos nunca saberão o verdadeiro gosto da liberdade, pois vão engravidar, se envolver com drogas ou simplesmente se perder completamente na vida sem ter qualquer direção ou perspectiva. É isso que você quer para o seu futuro?

    Se você não sabe o que fazer, não tem com quem conversar e não sabe para quem pedir conselhos, busque ajuda psicológica em uma clinica social/faculdade e se afaste das más influências se quiser ser alguém na vida.

    Por mais que seus pais pareçam antiquados, tudo que eles fazem é pelo seu bem, mesmo que façam tudo errado, eles estarão com você sempre e te amam de verdade.  Sua amiga, ao contrário, está te jogando na fogueira e vai te abandonar na primeira oportunidade e quando você se ferrar de verdade não espere qualquer ajuda ou lealdade por parte dela.

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    Não temos compromisso teórico com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional  para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos através das opiniões aqui expostas.

     

    Roubei o namorado da minha mãe.

    02.08.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta

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    suicidio

    Vou me identificar como Bianca, tenho 23 anos e moro em mina gerais. Simplesmente não sei mais o que fazer, não sei o que é esse amor que todo mundo fala, não sinto, não recebo e não me interesso, não acredito que toda essa idiotice exista.

    Não hesito em mentir para me beneficiar, meu ultimo caso foi com minha mãe, ela namora um cara que pode ser meu irmão, nunca me conformei com isso e ainda por cima percebi que ele me olha de um jeito diferente. Não pensei duas vezes, armei um flagrante, provoquei ele e minha mãe pegou nós dois na cama dela. O problema é que para convencê-lo, fiz ele encher a cara de uísque ele bebeu tanto que nem o pau dele subia, mas eu ainda assim consegui meu objetivo que era separar os dois.

    Minha mãe bateu na minha cara, colocou o cara pra calçada no meio da madrugada. Ela é enfermeira e trabalha a noite, pegou nos dois juntos 5:00 da manhã quando estava chegando em casa. Depois de tudo isso ainda fui para um barzinho, encontrei com alguns amigos e acabei transando com ele.

    Meus irmãos dizem que eu sou doente e que preciso de ajuda, estou puta da vida, pois depois de todo esse sacrifício ele não me quis, mas o consolo de ter separado e acabado com essa relação patética eu tenho. Minha mãe sempre disse que eu era feia que não me arrumava e que parecia um menino, essas frases nunca saíram da minha cabeça e tudo que sinto é vontade de me vingar de todos eles.

    Minha mãe não fala comigo desde então e soube que ela vive chorando por causa do que eu fiz, tenho ódio de pensar que ela pode ser tão brega a ponto de sofrer por um idiota, tinha que pensar que eu ajudei ela a se livrar de um burro xucro.

    Enfim, minha família me odeia, mas no fundo eu adoro isso, não preciso deles, me sustento sozinha, não suporto reuniões de família, bando de gente falsa que se reúne para falar mal dos outros pelas costas. Nojo de tudo isso!

    Estou escrevendo, pois recentemente tenho pensado muito em suicídio, simplesmente não faz sentido viver nesse mundo fake onde as pessoas demonstram ser uma coisa e são outra. Com esse período isolada que estou passando, cheguei a pensar em buscar um medico. Não me arrependo de nada que eu faço, se eu não fizer fazem comigo questao de cadeia alimentar.  Esses dias quase fui atropelada na rua e na hora sentir um estranho prazer e fiquei ali parada sem ação, no fundo queria que aquele carro me esmagasse inteira. Tenho muitas histórias ligadas a direção e carro, já atropelei uma pessoa por falta de atenção o respondi por homicídio culposo. Essa parte é assustadora pra mim, não acredito no ser humano, mas não sou nenhuma assassina.

    O que você acha Ísis, até que gosto dos seus conselhos e queria saber o que pensa sobre tudo isso.

    Seu relato é muito complexo, é importante que você tenha dado o primeiro passo e tenha reconhecido que algo não vai muito bem, continue neste caminho e encontrará várias respostas que te ajudarão a entender melhor quem você é e porque passa por tudo isso.

    Você provavelmente faz tudo isso por medo do abandono. Pode parecer sem sentido ter medo do abandono e afastar todos, mas isso faz parte das inversões humanas. A inversão faz com que algumas pessoas façam exatamente o contrário do que realmente quer e precisa.

    Muitas vezes tenho uma hipótese clara sobre a patologia da pessoa, mas psicanalistas não fazem diagnósticos, mesmo sendo o profissional com mais elementos para isso.

    Você deve procurar um psiquiatra com urgência, pois tem alguns sintomas claros de Transtorno de Personalidade Borderline, mas só um bom médico, poderá investigar a fundo todo o seu histórico e poderá fechar um diagnostico preciso, indicando o melhor tratamento. Além disso, busque acompanhamento psicológico.

    Se precisar de indicação de profissionais entre em contato comigo!

    Só você pode reverter toda essa situação, se veio aqui ouvir minha opinião é porque já reconhece que precisa de ajuda, o primeiro passo já está dado.

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    Não temos compromisso teórico com qualquer abordagem psicanalítica ou corrente terapêutica. Não fazemos análise ou praticamos qualquer método de tratamento através das sugestões e opiniões aqui postadas. É de responsabilidade de cada internauta procurar ajuda profissional  para si e seus familiares e não cabe ao colaborador deste blog traçar perfis psicológicos ou dar quaisquer diagnósticos através das opiniões aqui expostas.

    Eu como fezes! Essa é a única coisa que me excita sexualmente.

    28.07.16 Postado por Ísis Toth | Categoria: E-mail do internauta

    imagem Shutterstock

    fezes

    Minha história vai causar nojo em muita gente desde criança tenho hábitos estranhos. Minha mãe sempre ficou horrorizada… eu adorava comer cocô de gato quando achava enterrado no quintal, ela quase enfartava e eu costumava apanhar… Antes disso, quando tinha uns 3 anos, ela conta que eu abria a minha frauda e esparramava as fezes onde eu estivesse e passava pelo corpo e eu era o único filho que fazia isso, meus irmãos me zoaram muito por conta disso…

    Quando fui crescendo isso tudo foi desaparecendo, mas secretamente sempre carreguei o desejo de tocar minhas fezes toda vez que ia no banheiro, mas não fazia por auto censura e por achar tudo aquilo muito estranho. Nunca tive problema com fezes, sempre gostei da cor da textura me chamava atenção e o cheiro nunca que me fez sentir nojo, na verdade tenho uma atração enorme por esse cheiro.

    É uma longa história, mas só escrevi para desabafar mesmo, agora conheci uma pessoa pela internet que tem o mesmo gosto que eu. É muito bom! um completa o outro, falamos a mesma lingua e posso finalmente dar vazão a esse fetiche, tenho muito medo de perder ela. Praticamos sexo com fezes e agora começamos a buscar outros casais adeptos para compartilhar experiencias, não entrarei em detalhes para não ser ofensivo, espero não ser julgado, essa foi a única relação que encontrei  realização, mas nos sentimos mal pois é algo secreto que se alguém descobrir não vai entender, pode acabar com minha vida pessoal e profissinal e ainda me condenar a exclusão eterna e sinto que não tenho força para lidar com a situação se alguma coisa der errado.

    Não pretendo parar, mas confesso que tenho medo do que estou sentindo e gostaria de lidar melhor com algo que já faz parte da nossa vida. No ato sexual, só consigo me excitar se pensar ou tiver contato com fezes, já tentei o sexo convencional, mas não foi bom.  Já pensei em buscar um psicólogo, mas fico muito constrangido. Essa é minha historia resumiuda se quiserem opinar e divulgar, fiquem a vontade.

    Ok, esse é um assunto muito complexo e acredito que aqui não seja o lugar mais adequado para tratá-lo, mesmo porque você não pediu opinião e demonstrou estar apenas querendo desabafar. Agradeço a confiança que você depositou no Mete a Colher ao compartilhar a sua experiência e quero que você saiba que não julgamos as suas escolhas.

    Gostaria de ter algo diferente para te falar, mas diante de tudo que relatou, é minha obrigação alertá-lo, que o que você acaba de descrever é um desvio sexual ligado a fase anal (uma das fases do desenvolvimento infantil segundo Freud) que precisa de tratamento psiquiátrico e acompanhamento psicológico. Essa prática também pode oferecer sérios riscos a saúde física, portanto, não pode ser encarada como um simples fetiche.

    Procure ajuda profissional para falar sobre o seu medo e sentimento de estar à margem da sociedade e também para aprofundar a análise dessas questões da infância que você relata. Por mais que você diga que não pretende parar, e por mais que seja constragedor procurar ajuda, um bom profissional vai te ajudar a lidar com a situação e te ajudará a encontrar algumas respostas sem  julgá-lo. Acredite, nós que estudados a psique humana não nos surpreendemos com relatos assim, você não precisa se sentir mal em procurar ajuda e se precisar, posso te indicar excelentes psicólogos e psicanalistas.

    Para alguns leitores do Mete a colher e cia. 

    Já estou até vendo os comentários de nojo e julgamento, mas sejamos adultos e menos hipócritas?! Isso acontece mais do que imaginamos e pode ser um desejo secreto seu, inclusive. Quanto mais repulsa esse relato provacar em você, mais necessário e urgente será que você busque ajuda psicológica, ok? Você deve estar cheio de conteúdo recalcado e precisa ser tratado. Para Freud tudo que você condena demais nos outros faz parte de você e do seu desejo inconsciente que você não consegue lidar, homofobia é um bom exemplo. Então, menos, ok? Respeitem quem teve coragem de vir aqui se abrir!

    Para quem nunca ouviu falar, essa é uma prática que tem muitos adeptos, muitos chamam de dominação Scat (chuva marrom), mas o nome correto é cropofilia que é definida como excitação sexual  relativa ao contato com as fezes do parceiro e quando há ingestão das fezes a prática é chamada de coprofagia, muito comum entre animais, em especial cachorros, mas, como vocês acabaram de ver, também é praticada por humanos.

    Na psiquiatria estas práticas são tidas como desvio sexual associado a transtornos obsessivos e mais uma série de outros transtornos que não convém detalhar aqui, mas que precisam de tratamento.

    Fica o alerta para os queridos leitores que pretendem aderir na prática e se inspiraram com o relato, saibam que além de indicar sérios transtornos psíquicos/mentais a prática oferece grandes riscos a saúde física, podendo causar hepatite A e B, pneumonia e adição de vermes e outros parasitas no sistema interno que não preciso dizer o que pode causar.

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